TÓ FERRÃO FALA SOBRE MIRA....
O Tó Ferrão é um verdadeiro poço de conhecimento .... puxa dos seus galões e debita assim:
Boa noite companheiros
Acabado que está o trabalho por hoje, vou "debitar" algumas notas sobre Mira, o Mira Sol (ai que saudades dos bailes) e do Fidel que foi um ferveroso adepto do Ala Arriba, e meu particular amigo, nos tempos em que por lá dei uns pontapés na bola (3ª divisão nacional) com mais alguns amigos de Coimbra.
Fui mais bem sucedido com as alemãs do que com as francesas. O drama era o pequeno almoço (normalmente à 1h da tarde). Café "aguado" que era uma surrapa das piores.
Bailes no Mira sol, abrilhantados pelo "In Loco".
O meu par inseparável era a Becas, pequenina de voz rouca, natural de Aveiro e que era uma "esponja" a beber.
Uma noite "constipei-me" de tal ordem com ela e com o saudoso Nando que entrámos no Parque de Campismo em "pelota" às 7h da manhã.
No balneário estava o Canhão (lembram-se dele? morava na Rua Y e era irmão da recente falecida Celeste, mulher do Dias) que ficou gago quando nos viu entrar.
Chegámos a dançar mais de 1/2 hora, ao som das vassoras do baterista Zezé "borboleta".
O resto da banda atacava em plena "pista" as respectivas namoradas.
Comia-se uma excelente caldeirada no "Maçarico".
As tardes eram pachorrentamente passadas na barrinha, em recuperação ´para as noites de grande turbulência.
Ai que saudades ai ai.
PS - Meninas do nosso Bairro nessa época em Mira,só me lembro da Ló Gaspar.
Saudações académicas
Texto de Tó Ferrão
Boa noite companheiros
Acabado que está o trabalho por hoje, vou "debitar" algumas notas sobre Mira, o Mira Sol (ai que saudades dos bailes) e do Fidel que foi um ferveroso adepto do Ala Arriba, e meu particular amigo, nos tempos em que por lá dei uns pontapés na bola (3ª divisão nacional) com mais alguns amigos de Coimbra.
Fui mais bem sucedido com as alemãs do que com as francesas. O drama era o pequeno almoço (normalmente à 1h da tarde). Café "aguado" que era uma surrapa das piores.
Bailes no Mira sol, abrilhantados pelo "In Loco".
O meu par inseparável era a Becas, pequenina de voz rouca, natural de Aveiro e que era uma "esponja" a beber.
Uma noite "constipei-me" de tal ordem com ela e com o saudoso Nando que entrámos no Parque de Campismo em "pelota" às 7h da manhã.
No balneário estava o Canhão (lembram-se dele? morava na Rua Y e era irmão da recente falecida Celeste, mulher do Dias) que ficou gago quando nos viu entrar.
Chegámos a dançar mais de 1/2 hora, ao som das vassoras do baterista Zezé "borboleta".
O resto da banda atacava em plena "pista" as respectivas namoradas.
Comia-se uma excelente caldeirada no "Maçarico".
As tardes eram pachorrentamente passadas na barrinha, em recuperação ´para as noites de grande turbulência.
Ai que saudades ai ai.
PS - Meninas do nosso Bairro nessa época em Mira,só me lembro da Ló Gaspar.
Saudações académicas
Texto de Tó Ferrão
Etiquetas: Férias, Praia de Mira, Tó Ferrão


4 Comentários:
Tambem por la acampavam, a Clarinha que casou com o rui Moura e a irmã.
Mira acabou por ser o local de contestação da juventude .
Os pais na Figueira mais as filhotas e a rapaziada em Mira " à la chasse".
Assim estavamos á vontade para não ter vergonha nenhuma na cara.Ainda bem que não havia quase ninguem do Bairro em Mira.
Nos intervalos lá me tocou uma pikena do Barreiro que se enamorava todos os anos por Mira.
A Praia de Mira sempre foi a praia dos meus encantos. Já vivíamos em Lisboa e não falhávamos um mesito em Mira, ás vezes mais.
Lembro-me bem do Dino e da história das batas a murro!
Gim
Caro Cavalo Selvagem
Comiam-se umas sardinhas com umas fantásticas batatas assadas na areia na Praia da Tocha.
No largo onde hoje é o Restaurante do "Finfas", que faz um excelente robalo assado no forno, havia uma "tasca" imunda que tinha 3 ou 4 gaiolas com piriquitos.
Depois de uma arrasante almoçarada (mais bebida do que comida)soltei os piriquitos e devolvi-os "à vida".
Quem me ia tirando a vida, foi a dona, que de cabo de vassoura na mão correu atrás de mim quase até à Leirosa.
PS - A cunhada do Jorge Lopes (mais tarde mineiro)tinha uma boutique de "luxo" ao lado do Mira Sol.
Bons tempos.
Saudações académicas
Tó Ferrão
No meu tempo, as ruas eram de areia e as casas de madeira...grandes vacances...se aquelas dunas falassem...tinhamos era de ter cuidado com o cão do Mário Silva, sim o pintor, tb frequentador daquelas paragens; à noite era ver as estrelas cadentes (les étoiles fillants) com uma francesinha ao colo...(não confundir com as do porto, mas que tb se comiam com muito molho...)
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