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segunda-feira, 27 de julho de 2009

Almoço Apache - Despedida do Branquinho



O Pedro Martins e o Palaio não aparecem nas fotos porque eram os fotografos oficiais.
No entanto apareceu o grande crack Augusto Rocha que de ferias na Figueira não deixou de se associar aos Apaches neste convivio que acabou lá para as duas da manhã.

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8 Comentários:

Blogger Manuela Dias disse...

NELA CURADO - COIMBRA


O tempo passou correndo.
Momentos inesquecíveis.
Gentis, educados, divertidos, ricos de experiência e alma.
Gente maravilhosa.
Enriqueceram minha vida.
Grata a todos.


NELA CURADO

6:05 da tarde  
Blogger ... disse...

Pois eu sabia...eu sabia.
Tive pena de não ter estado presente, pois estar ao pe dos primos Bejas do Trio Kim-Leitão-e Chaves. Doo Pombalinho-Palaio e do Rosa nem se fala. Apareceu o Guine. Aos anos que o não vejo. Depois o Branquinho, que agora é que ele está mesmo branquinho, assim como o Pedro meu amigo da Quinta da Cheira. Depois a Nela ea Madeira's wife. So podia .
Devia ter sido interessante ter posto o Rochita chines a falar sobre a Academica do antigamente.
Alvaro Apache

6:17 da tarde  
Blogger Pombalinho disse...

Grande almoço. Dos três ou quatro inicialmente previstos acabaram por aparecer uma dúzia. Além do Augusto Rocha que esteve connosco mais de uma hora a recordar a Académica do antigamente, com o Madeira a comentar os jogos, resultados e até os treinos daquela época. Memória prodigiosa. Estiveram com o Branquinho, na despedida, o Fernando Beja, o Jorge Madeira, eu próprio, o Palaio, o Kim Reis, o Pedro Martins, o Chaves, o Leitão, A Nela Curado (que vemos muito entretida a ler a crónica da viagem de barco do Palaio para Moçambique, em Novembro de 1968, carta que ele me enviou na altura e que só dá mesmo para ler em privado…), o Guiné, que já não víamos à mais de quarenta anos e que fez questão de aparecer, bem como o Jorge Rosa. Bela equipa, grande confraternização. Infelizmente tive que arrancar às nove horas, mas sei que a coisa durou até às duas e tal da manhã com a rapaziada toda bem bebida a cantar na esplanada do espanhol, liderados pela Maria Amélia, Senhora do Madeira que, entretanto, também apareceu. Ele foram tiro-liros, pimbalhada e até fados. Parece que só visto.Até o recatado Fernado Beja deu nas vistas a cantar a plenos pulmões. Coisas de afectos e do trotil...
Entretanto, o Fernando Branquinho lá vai voltar para o frio, feliz e contente da vida. Ainda argumentou que tinha perdido o bilhete do avião mas, agora, com os bilhetes electrónicos não se safou. A filha mandou-lhe logo outro pela net.
Até sempre.

8:03 da tarde  
Blogger RI-RI disse...

Estava a estranhar ninguém fazer a acta...
Mais uma rota e o Pombalinho sempre a abrir!
A Nela está muito recatada...
E já fala brasileiro!

8:20 da tarde  
Blogger Pedro Sarmento disse...

Ri-Ri Brasileiro?? Mas havia uma tribo "Os brasileiros" no BMC???

8:21 da tarde  
Blogger RI-RI disse...

Não inventes, manganão!

8:49 da tarde  
Blogger calhabécirculação disse...

Jornada inesquecível!
Momentos marcados pelo arrebatamento, por fortes emoções, com os relatos das cenas do nosso tempo de jovens.
Rumámos ao passado e sentimo-nos, de novo, uns rapazolas.
Obrigado a todos, meus amigos.
Pedro Martins

10:18 da tarde  
Blogger DOM RAFAEL O CASTELÃO disse...

Boa reportagem que marca uma boa jornada de amizade.
Pelos vistos foi mesmo de "arromba"!
Gostei também de ver por ali o Augusto Rocha!
Um abraço para todos e em especial para o Branquinho!

1:40 da manhã  

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