Relatos da Rota da Cataplana
A rota começou no Domingo com a chegada dos primeiros Roteiros, Celeste Maria e Fernando Rafael, que após uma viagem atribulada, e com uma hora de atraso, lá chegaram no Alfa Pendular, que os trazia de Coimbra.
Após as boas vindas, dadas pelo Manito, Franco e Ana Maria, fomos almoçar, onde o Rafael e o Franco atacaram as 25 sardinhas, já referenciadas pelo Quito, na crónica por ele elaborada.
Findo o almoço e depois de um pequeno passeio à Ilha de Faro, fomos ter com a Nandita e António Canelas, que entretanto já estavam instalados no Hotel, reunido este comité de boas vindas, rumámos à Estação da CP de Faro, onde iriam chegar também com atraso, o Lau e Paula, Quim e Isabel, Rosinha e Mário (família Reis).
Estava completo o grupo participante nesta Rota, tendo a lamentar a desistência do Tomané e Esposa, por motivos de força maior.
Após um ligeiro descanso, dirigimo-nos pelas 20 horas ao Restaurante MN onde tínhamos à nossa espera um delicioso arroz de lingueirão, acompanhado de choco frito, regado com bons vinhos e finalizando com deliciosas sobremesas.
No segundo dia da Rota, rumámos a S. Brás de Alportel, onde iríamos começar a Rota da Cortiça, tendo como Guia uma simpática jovem chamada Sofia, que teve como missão mostrar-nos como a cortiça é trabalhada desde a árvore até aos muitos objectos que se podem fazer com esta matéria prima, desde rolhas para garrafas de vinho e de champanhe, sapatos, malas, chapéus de chuva e até imaginem cortinados.
Antes do almoço, ainda houve tempo para uma passagem pelos “ Tesouros da Serra”, fábrica de bolos regionais de amêndoa, alfarroba, bem como deliciosos licores de alfarroba, poejo e Lúcia lima.
Depois desta paragem onde provámos os saborosos doces da serra algarvia, rumámos ao Restaurante Adega Nunes, onde iríamos saborear a comida do Barrocal, composta por Jantar de Grão, Arroz de Cabidela, e Borrego Assado no Forno, como podem ver tudo comidas leves.
Estava na hora de regressar a Faro, onde num comboio turístico percorremos algumas zonas da cidade.
Mais um pequeno repouso, para nos voltarmos a reunir para mais um jantar, desta vez no Restaurante “A Doca”, em Olhão, e com o nome indica iríamos apreciar os petiscos ligados ao mar, tal como Carapaus Alimados, Conquilhas, Ostras e como não podia deixar de ser peixe grelhado.
Estarão admirados de ainda não terem aparecido as ditas cataplanas, que deram o mote a esta Rota, pois apareceram no ultimo dia desta maratona, então partimos para Olhão e aì iniciar um passeio pela Ria Formosa, podendo apreciar os viveiros de ameijoas e de ostras, passando pelas ilhas barreira, chegando mesmo a sair da barra para podermos ver o Cabo de Santa Maria, a parte mais a sul de Portugal.
Depois do passeio e após a pesca arriscada do boné da Nandita,muito bem relatado pelo Rafael, lá nos dirigimos ao Restaurante do Carlos para o esperado almoço de Cataplanas, que diga-se de passagem estavam muito boas, assim como umas ovas de choco, logo a abrir o repasto, no final houve discurso do Rafael a enaltecer mais esta Rota, com a promessa de a repetir para o ano, mas talvez no mês de Maio.
Percorremos a pé, a Ilha da Armona desde a Ria até à costa, aproximadamente mil e quinhentos metros e por volta das dezassete e trinta voltámos a Olhão no barco da carreira.
Chegados a Faro, por volta das dezoito horas, foi tempo de fazer as despedidas, todos muito tristes por termos de nos separar.
Assim terminou mais uma Rota e até à próxima Rota dos Açores.
Ana Roque
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