sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
DORA R.VIANA - Faz 39 Anos
UMA ROSA PARA UMA FLOR!
Para a DORA CRISTINA uma rosa do jardim da Daisy, pelas suas lindas 39 Primaveras.
Beijos,
Alfredo e Daisy
Etiquetas: Alfredo Moreirinhas, Dora Viana, Flores
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
A Natureza Humana vista por uma Jovem Cavalinha
Eis a Dora Rodrigues Viana uma cavalinha com sangue "Apache", filhota da Olga e do Viana a manifestar a sua opinião sobre a sua geração e a dos pais.
Em post anterior a Dora manifestou-se e recebeu muitos elogios. Merecia-os.
E assim:
Não esperava receber elogios à minha mensagem, pois ela foi dedicada a vós. De qualquer forma, obrigada.
Em todo o caso aproveito as deixas para dizer o quanto é tarefa árdua transmitir estes ensinamentos aos nossos filhos! A tal fronteira com a exigência do agora de que fala o Abílio...
Trata-se de novas vivências e realidades, que fazem a diferença e a prevalência entre o “com quem brincar?” ou “onde brincar?” e o “com o quê brincar?” dos nossos filhos...
Antes inventavam-se brinquedos... Agora inventam-se listas de brinquedos...
Antes promoviam-se festas, caseiras... sem tempo... Agora vai-se às festas...
ou melhor, entregam-se os filhos nas festas, de preferência com insufláveis, lanche incluído e duração de 3 horas...
Antes faziam-se encontros, no Choupal, no Campismo, na Serra da Boa Viagem, nas garagens, para usufruir do simples Estar e Convivência... onde não faltavam os piqueniques, a bela sardinhada e as guitarradas dos amigos... Agora são os Foruns... ou, com sorte, um bom dia passado na piscina do amigo, que sempre encomenda os frangos ou as pizzas...
Antes inventávamos disfarces de Carnaval e faziam-se “assaltos” às casas dos amigos... Agora compram-se disfarces e mostram-se aos amigos...
Antes fazíamos cinema em casa com os desenhos animados do Vasco Granja... com as pipocas caseiras da mãe.. Agora temos uma enorme colecção de DVD’s em casa para fugir ao cinema em massa e às pipocas de pacote...
Não é missão impossível, mas torna-se difícil forçar um caminho que anteriormente era o naturalmente desejado e que hoje é maioritariamente absorvido pela massificação do consumo e do materialismo. Mais uma vez, penso que o papel dos avós enquanto “versão original” pode ajudar a fazer a diferença!
Despeço-me com a poesia de Eliot, querendo acreditar nas suas palavras, quando nos diz que:
“O tempo presente e o tempo passado
Estão ambos presentes no tempo futuro
E o tempo futuro contido no tempo passado.”
Dora Viana
Em post anterior a Dora manifestou-se e recebeu muitos elogios. Merecia-os.
E assim:
Não esperava receber elogios à minha mensagem, pois ela foi dedicada a vós. De qualquer forma, obrigada.
Em todo o caso aproveito as deixas para dizer o quanto é tarefa árdua transmitir estes ensinamentos aos nossos filhos! A tal fronteira com a exigência do agora de que fala o Abílio...
Trata-se de novas vivências e realidades, que fazem a diferença e a prevalência entre o “com quem brincar?” ou “onde brincar?” e o “com o quê brincar?” dos nossos filhos...
Antes inventavam-se brinquedos... Agora inventam-se listas de brinquedos...
Antes promoviam-se festas, caseiras... sem tempo... Agora vai-se às festas...
ou melhor, entregam-se os filhos nas festas, de preferência com insufláveis, lanche incluído e duração de 3 horas...
Antes faziam-se encontros, no Choupal, no Campismo, na Serra da Boa Viagem, nas garagens, para usufruir do simples Estar e Convivência... onde não faltavam os piqueniques, a bela sardinhada e as guitarradas dos amigos... Agora são os Foruns... ou, com sorte, um bom dia passado na piscina do amigo, que sempre encomenda os frangos ou as pizzas...
Antes inventávamos disfarces de Carnaval e faziam-se “assaltos” às casas dos amigos... Agora compram-se disfarces e mostram-se aos amigos...
Antes fazíamos cinema em casa com os desenhos animados do Vasco Granja... com as pipocas caseiras da mãe.. Agora temos uma enorme colecção de DVD’s em casa para fugir ao cinema em massa e às pipocas de pacote...
Não é missão impossível, mas torna-se difícil forçar um caminho que anteriormente era o naturalmente desejado e que hoje é maioritariamente absorvido pela massificação do consumo e do materialismo. Mais uma vez, penso que o papel dos avós enquanto “versão original” pode ajudar a fazer a diferença!
Despeço-me com a poesia de Eliot, querendo acreditar nas suas palavras, quando nos diz que:
“O tempo presente e o tempo passado
Estão ambos presentes no tempo futuro
E o tempo futuro contido no tempo passado.”
Dora Viana
Etiquetas: Dora Viana
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