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quarta-feira, 4 de junho de 2008

BRANQUINHO NO EXAME DE CIÊNCIAS

O EXAME DO 5º ANO DO BRANQUINHO
Histórias do Bairro
30-05-2008

( O essencial desta história é inteiramente verídica. Eu próprio era um dos presentes na sala durante o exame ).
O Fernando Branquinho finalmente ia fazer a prova oral da última cadeira que lhe faltava para completar o 5º ano do liceu ( Ciências Naturais ), depois de ter ultrapassado, com alguns chumbos pelo meio em anos anteriores, todas as restantes disciplinas da area das Letras.
Para lhe dar apoio moral, quase toda a malta do Bairro se deslocou a seguir ao almoço ao D. João III, onde foi assistir ao seu exame.
O examinador era o Dr. Pimentel sempre bem acolitado pelas suas preciosas estagiárias.
O interrogatório começou com algumas questões mais ou menos simples a que o Branquinho ia respondendo satisfatoriamente com maior ou menor dificuldade.
Até que o Pimentel lhe disse:
- Responda-me agora correctamente à pergunta que lhe vou fazer e darei o exame como terminado.
- Sim Sr. Doutor, faça favor de perguntar que só se eu não souber é que não responderei – retorquiu o Branquinho com esta verdade de La Palisse.
- O Sr. Branquinho já ouviu falar certamente de uma lista de minerais que existem na Terra e que lhe foi ensinada durante as aulas – começou por dizer o Pimentel tentando enquadrar previamente a pergunta que viria a seguir.
- Mais ou menos Sr. Dr. – respondeu o Branquinho
E o Pimentel:
- Então eu só preciso que me indique dois desses minerais. Escolha os dois que quiser...
O Branquinho pensava, repensava, apertava a cabeça com os dedos tentando extrair do cérebro dois nomes de minerais, mas claramente via-se que não vislumbrava nem um.
- Olhe, alguns desses minerais são habitualmente usados na construção civil, veja lá se se lembra..., interveio o Pimentel procurando ajudá-lo...
Uma súbita luz parece ter-se acendido na cabeça do Branquinho que, eufórico, respondeu:
- Já sei Sr. Dr.! Dois minerais que se usam na construção civil não é?
E rematou, triunfante:
GESSO e ESTUQUE!
Talvez pelas respostas anteriores satisfatórias, talvez porque o liceu precisava de vagas para os alunos do 5º ano da época escolar seguinte, o Branquinho passou e concluiu assim o 2º ciclo do liceu.
Facto que serviu de pretexto para ser anunciada a boa nova em todo o Bairro e à noite para uma comemoração geral condigna com fados ( fracos ) e vinho ( forte e muito ).

Texto de Rui Felício

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sexta-feira, 6 de junho de 2008

MAS O BRANQUINHO TAMBÉM SE SAIU MAL

Com aquele relato do Jo-Jo sobre o celebre namoro do Tó Ferrão prós lados do Verde Pinho, desafiámos o Pombalinho a relatar uma " cena " idêntica entre o Branquinho e uma menina do Cidra-Loios. Então é assim:
Já que insistem e embora não me lembre do principal - a conversa do senhor Mário ao telefone - lá vai:

Um dia o Branquinho perdeu-se de amores por uma mocinha que morava no Cidra-Lóios, num casarão a meio caminho entre o Cidral e os Lóios. Era uma daquelas paixões assolapadas de trocas de olhares para baixo e para cima, antes e depois das aulas.
Não me lembro bem como, lá conseguiu arranjar o número de telefone da miúda e lembrou-se de pedir ao Sr. Mário para lhe telefonar, em nome dele, a convencê-la a marcar um encontro. O Sr. Mário era um exímio engatatão do "sopeiral" (perdoem-me o termo, politicamente incorrecto, mas era o que se usava na altura), um homem com uma lábia que só visto. E lá fomos todos, a seita do costume, com o Palaio à frente, convencer o sr. Mário a colaborar na coisa. Só que ele já estava avisado e, fazendo-se desentendido, marca o número e estabelece a ligação com a menina. A conversa em si, durante mais de uma hora, de que infelizmente já me esqueci de todo, constituía uma pequena obra de arte, com deixas para as respostas e tudo. Perfeito. No final, depois de ter seduzido a rapariga com grande pinta, marcou o encontro aonde e à hora que Branquinho queria. E lá foi o Branquinho todo contente para casa, sonhar com a amada, antecipando a grande felicidade do encontro amoroso que perspectivava para o dia seguinte.
À hora marcada lá estava o Branquinho, todo bem posto, cabelo desfrizado de véspera com o ferro de engomar,à espera da rapariga.
Quanto ao pessoal, estava tudo escondido atrás dumas silvas a gozar o prato.
O Branquinho esperou, esperou e nada. Até que a rapaziada resolveu aparecer e desmanchar tudo: Eh, o palerma caíu e tal, entre outras coisas que a miudagem costumava dizer em ocasiões destas.
Acontece que o telefonema nunca tinha existido e tinha sido tão bem simulado que o Branquinho de nada se tinha apercebido.
Lembro-me que se foi embora cabisbaixo, sem dizer uma palavra, e que andou acho que bastante mais do que dois meses sem falar com nenhum de nós, atravessando uma crise existencial profunda. O que para ele era sério, para nós era mais uma brincadeira para a rapaziada se divertir. Só que desta vez a coisa terá ido longe de mais.
Desculpa, Branquinho, esta "ficámos-ta" a dever.

Texto de Jorge Pombalinho

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segunda-feira, 16 de junho de 2008

EXPULSOS DA BUFA

Acompanhando a catarse colectiva que o Cavalinho Selvagem parece estar a suscitar, gostaria de relatar um episódio que contextualiza aqueles tempos e que convém não esquecer, até para que os nossos filhos e netos possam ter uma noção do que era o país em que vivíamos.
Na base da pirâmide dos mandantes do país, haviam uns rapazinhos da Bufa, mais uns tantos da Pide e da Legião, uns Padres Eugénios, uns sacristães pedófilos, uns senhores da guerra, uns compadres e comadres, uns comendadores, uns lambe botas e outros que tais, tudo gente às direitas, que ia mantendo de pé o edifício do fascismo.
Era este o tipo de gente que íamos encontrando no dia a dia, confrontando-nos com as instituições do sistema, mesmo sem sabermos ainda muito bem como, nem porquê.
E foi contra este tipo de gente que fomos fazendo a nossa aprendizagem cívica e política, escolhendo o lado da barricada que achávamos certo, mesmo se com feitos nem sempre muito ou nada avisados mas, rebeldes, sem dúvida.
Andava nessa altura no 2º A do D. João III (1960/61). Eram desta turma o Fernando Branquinho, o Rogério Teixeira, o Fernando Quaresma, entre alguns do Bairro de que me lembro, além de outros como o José Miguel Júdice, por exemplo.
Durante as férias da Páscoa fomos acampar com a Mocidade Portuguesa para a Praia de Mira.
L
embro-me que era Chefe de Quina, divisa "conquistada" num curso efectuado na Páscoa anterior na Gala, e partilhava uma canadiana branca com mais cinco miúdos, entre eles, o Fernando Branquinho.
Com a excitação da viagem fomo-nos enfiar na tenda depois do jantar, a contar anedotas em surdina. Chovia a cântaros. Sempre pronto para a cowboyada, o Branquinho lembrou-se de me desafiar para irmos "assaltar" a tenda dos mantimentos à cata dumas conservas, chouriços e outras iguarias, a pensar numa patuscada. E lá fomos, de gatas, debaixo de chuva, com todo o cuidado para não fazermos barulho. Chegámos à tenda e deitámos a mão ao que pudemos regressando à base mais apressados, com a ansiedade. Pelo caminho tropecei nos esticadores de uma tenda que caiu. E, aflitos, corremos a enfiar-nos na nossa, caladinhos, a ver o que ia suceder.
Sai da tenda tombada um figurão, a rogar pragas e a repor, apressado e encharcado, a tenda em pé. Era o capelão.
Fartámo-nos de rir, baixinho como convinha, e porque tínhamos achado o episódio muito engraçado resolvemos repetir a graça pouco depois. Vou eu por um lado e o Branquinho pelo outro e arrancámos os esticadores todos, arrastando a tenda pelo chão.
Desventrada a tenda, fica a descoberto um capelão, deitado num divã com colchão de arame, único a gozar de tal privilégio. Levanta-se irado e acodem-lhe os grandes do acampamento que o ajudaram a pôr a tenda outra vez em pé enquanto se questionavam sobre quem seriam os responsáveis pelo desaforo.
Quanto a nós, gozámos o prato à grande e lá adormecemos, mergulhando num sono angélico, ao fim de mais algumas anedotas.
No dia seguinte, uma quarta-feira, toca a alvorada e convocam-nos a todos para a formatura, com cara de poucos amigos. Um dos nossos colegas de tenda tinha-nos denunciado.
A coisa ficou feia. Isto seria garotice para se resolver com serviço à faxina ou a descascar batatas durante um tempo, ou com um bom par de estalos (naquele tempo ninguém se importava e costumava ser remédio santo) mas, não senhor. A rapaziada do sistema, que chefiava o acampamento, resolveu puxar dos galões e decretar uma punição exemplar.
Além do capelão e de alguns subalternos, estava à frente da parada um sujeito macambúzio, cujo nome não recordo e que era Comandante de Falange (um dos dois ou três que havia em Portugal). Pois esse sujeito, um calmeirão com uns grandes calçõezorros e pose mussuliniana, pôs-se a arengar à miudagem, num discurso inflamado, contra os energúmenos que já não respeitavam nada nem ninguém, contra os agentes subversivos, contra os vende-pátrias e contra o demais de que não me lembro mas que era muito feio e mau.
E num ápice, arranca-me as divisas e proscreve-me solenemente a vociferar uma conversa esquisita, como se via nos filmes de legionários. Assim foi decretada a nossa expulsão daquele acampamento da "Bufa".
De notar que eu, naquela altura, teria uns doze anos e o Branquinho catorze.
Aquelas bestas, agarraram em dois miúdos, cuja guarda os pais lhes tinham confiado, e recambiaram-nos para Coimbra, sem se darem ao trabalho de avisar ninguém. E nós lá fomos na carreira do José Maria dos Santos, meio assustados, meio divertidos com a palhaçada que nos tinham proporcionado, sem compreendermos muito bem o que nos estava a acontecer. A nossa grande preocupação residia no que dizer aos nossos pais para justificarmos o súbito regresso a casa um dia depois de termos arrancado para o acampamento.
Resolvemos então não voltar para casa. De passagem pela Pena, aldeia natal do meu primo Elias (já evocado no Blog a propósito da Escola do Professor Franco), resolvemos sair da carreira. Era nossa ideia ficar por ali uns dias, a fazer tempo e regressar na data prevista, como se nada se tivesse passado.
Dirigimo-nos para um pinhal ermo e, de caminho, passámos por uma mercearia aonde comprámos ovos, batatas, azeite, pão e conservas. Com o prato de alumínio entre duas pedras, com duas ou três pinhas a arder, estivemos uma tarde inteira para fritar meia dúzia de batatas e ovos estrelados. Mas lá fomos conseguindo enganar a fome até que o meu primo Elias, alertado pelo alvoroço suscitado na aldeia com a visita de tais estranhos forasteiros, veio ter connosco.
Depressa nos integrámos no ambiente jovem da terra, com alguns colegas nossos de Coimbra em férias, passando uns dias divertidos em alegres patuscadas de adega em adega.
No domingo seguinte já fazíamos parte da equipa de futebol da aldeia, o Branquinho a guarda-redes e eu a avançado centro, num jogo contra uma povoação vizinha.
Durante o intervalo do jogo, vem alguém dizer-nos que o meu pai e a irmã mais velha do Branquinho, com o marido (ou ainda namorado), estavam no campo da bola, à nossa procura. Tinham ido a Mira visitar-nos, como faziam muitos pais ao Domingo à tarde, tendo sido confrontados com o nosso desaparecimento. Escusado será dizer que o anormal Comandante da Falange ouviu das boas.
Para o meu pai não tinha sido difícil adivinhar aonde poderíamos estar. E, mais contentes por nos terem encontrado do que zangados com a tropelia, lá nos deram um sermão, como se impunha, mas a coisa ficaria por aí.
Semanas depois, informaram-nos no Liceu que tínhamos sido expulsos da Mocidade Portuguesa. Isto para nós significava que poderíamos ficar a jogar à bola às quartas e sábados à tarde, livrando-nos da seca que era andar a marchar e a fazer outras palhaçadas fardadas no recreio do Liceu. Ficámos por isso muito contentes e agradecidos à rapaziada do sistema.
O mais engraçado disto tudo é que a PIDE resolveu dar uma importância inusitada ao acontecimento. Da minha ficha na velha senhora, consta, à cabeça, a propensão desde muito jovem, para actividades subversivas…graças a este episódio.
Éramos de facto muito instruídos. Então a subversão era tu-cá-tu-lá. D'O Capital já íamos no Livro IV, sob orientação do Professor Domingos Bintura. E o meu livro de cabeceira já era o " Materialismo ou Empiriocriticismo" (vulgo: Porrada no Mach…ismo) do nosso amigo Vladimiro.
Uns pândegos, esta rapaziada da PIDE…sinistros, mas pândegos.
Texto de Jorge Rocha (Pombalinho).

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segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Incursões por Lisboa a acompanhar a Académica.


Recuperado de um comentario do Pombalinho aqui está uma estoria do Branquinho e do Palaio, numa Pensão da Capital, aquando de uma das nossas incursões por Lisboa a acompanhar a Académica.
Passada uma alegre noite por Casas de Fado e no Ritz Club, Marcia Condessa, sempre à borla, em nome da Academia de Coimbra, porque dinheiro não havia, vai cada qual desenrascar um poiso para dormir.
O Branquinho e o Palaio lá arranjam um quartito baratucho na Pensão mais rasca do Intendente, com direito a um colchão com buraco ao meio. Mais que estafados adormecem rapidamente, a escorregar um para cima do outro. O Palaio, como não poderia deixar de ser, dormia e ressonava de pernas e braços abertos que nem um justo. Já o Branquinho, que acabaria por acordar pouco depois, não conseguia voltar a pregar olho.
Desesperado, sai do quarto à procura de melhor poiso para dormir. E encontra um quarto vazio, com uma cama em estado mais aceitável. Já se preparava para se deitar, quando ouve passos no corredor e alguém a dirigir-se para o quarto. Atrapalhado, enfia-se debaixo da cama.
Era uma senhora prostituta, com o seu cliente. Deitam-se, coiso e tal, e o Branquinho para ali caladinho que nem um rato. Só que, ás tantas, descuida-se e o ruído sórdido alerta o cavalheiro em funções copulatórias que, intrigado, clama: Quem está aí?
O Branquinho não se contém e sussurra: É O PENICO! E sai disparado quarto fora ante o espanto e grande susto dos interlocutores.
Esta é, pelo menos, a versão relatada pelo Palaio que, claro está, dormiu o tempo todo.
Já voltaram, os ADMs?
Pombalinho

terça-feira, 24 de junho de 2008

O BRANQUINHO está quase a chegar

Numa troca de mails com o Paulo Gaspar obtivemos algumas informações sobre pessoal do Bairro. E numa delas viemos a saber que o Branquinho anda por cá...de ferias
Olá, Alvaro:
Sou o irmão mais novo, da Graça Gaspar, Zétó Gaspar e Carlos Gaspar. Morávamos na Rua C (Frei Antonio Taveira,13) , onde aliás, ainda moram os meus pais. Tenho 43 anos, nasci no Bairro, e ainda hoje passo por lá todos os dias. Lembro-me perfeitamente, dos amigos da minha irmã Graça: Jorge Carvalho,Lilo,Leitão, os irmãos Ferrão, Jójó, Gina Faustino.....etc...
Um abraço,
Paulo Gaspar.

Nota: O Jonas Polonio, é da familia dos Polonios da Rua de Moçambique (junto á mercearia do Sr.Lino, em frente á Rua da Guiné). O Miguel Umbelino é filho da Clara Umbelino (Rua Marracuene). Os Martas são filhos do Sr.Marta "Latoeiro" da Rua da Guiné ( ...uma garagem ao fundo do lado direito, quem vai para a rua de Angola)........enfim, somos a geração que nasceu nos anos 60, mas que também ama o nosso Bairro.

NOTA IMPORTANTE: Tenho reparado, ao ler este blog, que muitos de vós, perguntam pelo Branquinho, pois bem, ainda hoje tive com o sobrinho dele, que me disse, que neste momento o tio está no Algarve de férias, mas que na próxima semana estará em Coimbra, por uns dias, já que vive na Suécia.
O contacto do sobrinho é (Luis Miguel Branquinho).
Um abraço,
Paulo Gaspar.

Nota2 : Os ADMs ficaram com o nº tlm do sobrinho do Branquinho

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sábado, 25 de julho de 2009

ALMOÇO APACHE - Na Figueira da Foz ainda decorre

São quase 22h30m e o almoço ainda decorre na Figueira da Foz.
Estive ao telefone com o Jorge Madeira e ele confirmou-me que estavam a mudar ainda os pratos. Pela voz ainda meio entramelada verifiquei que com este calor o pessoal ainda estava cheio de sede.
Eu sabia que o Almoço iria durar pelo menos umas 12 horas. Isto não deve estar acabado antes da meia noite.
Amanhã daremos mais noticias do Almoço à Apache.

Para a despedida do Fernando Branquinho das suas Ferias Grandes em Portugal e antes de regressar à Suecia, um grupo de amigos vai brinda-lo amanhã sabado, com uma almoçarada na Caçarola na Figueira da Foz a partir das 13 horas
Este Restaurante fica quase em frente ao Casino da Figueira.
Alem de algum pessoal de Coimbra e da zona de Leiria, desloca-se de Lisboa uma comitiva interessante.
É de referir que o Fernando Branquinho era o socio nº 1 dos Apaches.......
Era-o porque era o guarda -redes com a camisola nº1.
Democraticamente os primeiros socios tiveram os numeros que tinham nas suas camisolas.
Até hoje, o Branquinho no seio dos Apaches é respeitado por ser o seu nº1.


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domingo, 14 de dezembro de 2008

Em Vagos foi assim

Grande entusiasmo decorreu durante o almoço. Como o previsto apareceram os meninos Branquinho que tirou ferias da Suecia para estar connosco e o Lau que veio dos Açores para estar presente tambem.Não tendo estado presentes fisicamente estiveram em espirito alguns dos cavalinhos que enviaram mensagens de amizade para todos os presentes. Foram os casos do Bobbyze la das terras de França, a JU Faustino, a Titá e o Ri-Ri.
Por motivos ultra-justificados tivemos a ausência do nº1 da lista. O JoJo teve pena de não estar presente, mas a gente lembrou-o bem.
Na circunstancia fizeram-se os devidos agradecimentos aos grandes trabalhadores do evento, os manos Pombalinho. O João e o Jorge Pombalinho.
Como não deixaria de ser, alem de uma optima sessão de fados, tivemos o Alfredo com as suas inevitaveis rabulas a animar a malta.
Tivemos a presença inesperada do Jorge Lopes que emocionou bastante os amigos que tinham convivido mais de perto com eles, nos tempos de meninice lá no Bairro. Foi a Vagos na companhia do Branquinho. Quem não se lembra do acelera do Anglia Fascinante ( creme e azul).
O Branquinho aproveitou para ensinar um pouco de sueco à Graça Gaspar, que ficou muito entusiasmada com a pronuncia.No regresso, na Caminheta o Ze Eduardo abrilhantou e animou a malta ate ao Samambaia.
Como havia ainda gente com fome, houve pessoal que ainda emborcou umas bifanas e uns finos.
A noite acabou por ali.

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segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Custou mas foi..............

Ate que enfim que o Branquinho apareceu neste Blog a dar conta de si. As saudades começam a atrapalhar a escrita. Lá das Suecias e em conversa telefonica com o amigo Pombalinho deu uma entrevista para todo o Blog , para todo o pessoal do Bairro e para toda a imensidão que tem perguntado por ele.

Se for tarde, que me desculpem. Se não for a tempo, fica para a próxima. As histórias estão todas contadas e, guerras santas, não participo. O que me resta daqui de longe é um elogio a todos os que contribuíram para esse encontro de lembranças e o reviver de um passado que eu também guardo na memória.

Para os que se lembram de mim, um grande abraço e para vós aqui fica um aviso, um desejo e uma esperança, que nas próximas primaveras, num canto qualquer, aonde houver sabores reais, acompanhado por uma sinfonia de rolhas saltando como foguetes nas romarias, aí estará o Branquinho entrelaçado na erosão dos nossos sonhos.

Fernando Branquinho

domingo, 6 de julho de 2008

ESTOU CHOCADO!


Legenda: à direita, de polo amarelo, Álvaro Apache, depois o Gim, a seguir o Pombalinho e lá ao fundo o Rui Felício; à esquerda, com t-shirt verde o Palaio, depois o Fernando Beja, o Branquinho (encoberto) e lá ao fundo o Madeira!
Quinze horas depois dos últimos vapores e já medianamente recomposto, corro para o Cavalo Selvagem à espera da reportagem do nosso Escriba-Mor sobre os preliminares da Ericeira e que vejo eu? Rien! Só fotos! Então, Felício?

Pois bem, para já, esta é a única foto dos oito comensais, juntos e ao vivo no César (sai daqui e vai já pró eBay). Pena que o Pombalinho se tenha escondido atrás do Branquinho, que não parava de falar sueco, deixando-nos cheios de inveja!

Comovente foram as chamadas de solidariedade que fomos recebendo, do Bino, do Nito, da Ana Roque, até do Zé Leitão, directamente de Nova Iorque, que, estando ausente, enviou o mano mais novo, Bernardo, para nos espiar e que nos tirou umas fotos enquanto ainda estávamos em condições disso.

O Escriba-Mor falhou miseravelmente, mas ainda esta manhã o encontrei... a caminho de uma caipirinha! Decididamente é um caso perdido!

O Madeira foi a grande estrela - que me perdoem os restantes comensais. Não só tem histórias do arco da velha, como é um mestre a contá-las! Foi uma barrigada de riso!

Uma palavra de muita simpatia para o Palaio que eu bem me lembro de queimar os braços com cigarros por 2$5O. Ah! Ah! Ah!
(E o Branquinho que não parava de falar sueco?!?!)

Como a memória já não é o que era, deixo o resto da reportagem para os outros intervenientes. Para onde fomos depois do jantar?

Como já alguém propôs, devemos continuar com estes preliminares antes do clímax de Outubro. Praia de Mira parece-me uma boa sugestão! Bute? 02 de Agosto é boa data?
El Anónimo

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domingo, 2 de março de 2014

Mas que Meninos do nosso Bairro....

João Alberto, Fernando Branquinho, Fernando "Pêras" e Carlos Falcão ainda bem reconhecidos.
Baile no Recreativo do Calhabe. Ano em que o Branquinho foi rapado.

terça-feira, 17 de setembro de 2013

APACHES no REBOLIM



Praia Fluvial do Rebolim com Bandeira Azul


Em pé : Alvaro Pastilha,Carlos Alberto,Fernando Beja, Altenor (Nônô ), João Matias, ???, Jorge Pombalinho,irmão do J. Matias e Fernando Branquinho.
Em baixo: Ramiro Lopes, Pedro Ministro, outro irmão do J. Matias e Polibio Serra
Á frente: Jorge Madeira


Sobre o Rebolim e o Pinhal de Marrocos, também há muito que contar, dos mergulhos em seco ao peixe-à-toca do Branquinho, passando pelo primeiro acampamento selvagem com uma tenda amarela de dois lugares, em que dormíamos todos. Esta tenda, acompanhou-nos depois, em Agosto, para a Praia de Mira, juntamente com uma tenda branca que alguém tinha roubado à “Bufa”, num ano memorável, (lembram-se das francesas?),  . Quando chegou um autocarro de madrugada, cheio delas. ? Ninguem dormiu naquela noite no Parque de Campismo.
Só que a noite já vai longa e vou deixar isso (e muito mais) para outro dia.
Um abração
Texto e Foto do Jorge Pombalinho

Já Pub. 4Jun08

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segunda-feira, 12 de julho de 2010

Uma amizade sentida em Podentes ...

No passado sabado dia 10, repetiu-se em Podentes mais uma manifestação de amigos do cavalinho Pedro Martins.
Aproveitou-se a oportunidade para efectuar o relançamento dos vinhos " Cavalinho Selvagem ", vinhos branco e tinto das belissimas castas da região.
O anfitrião esmerou-se em receber os seus amigos em casa propria.
Presenças marcantes dos Apaches, Branquinho e Pombalinho e do Tonito Machado da Quinta da Cheira.
Aqui temos o Pedro Martins a servir o seu Cavalo Selvagem aos convidados.
O Fernando Branquinho escondido por tras de um tinto Cavalo Selvagem
Ainda na sombra e antes das despedidas
mais um alinhar para a posteridade... e ate à proxima.

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quarta-feira, 26 de agosto de 2009

APACHES NO REBOLIM

Praia Fluvial do Rebolim com Bandeira Azul


Em pé : Alvaro Pastilha,Carlos Alberto,Fernando Beja, Altenor (Nônô ), João Matias, ???, Jorge Pombalinho,irmão do J. Matias e Fernando Branquinho.
Em baixo: Ramiro Lopes, Pedro Ministro, outro irmão do J. Matias e Polibio Serra
Á frente: Jorge Madeira


Sobre o Rebolim e o Pinhal de Marrocos, também há muito que contar, dos mergulhos em seco ao peixe-à-toca do Branquinho, passando pelo primeiro acampamento selvagem com uma tenda amarela de dois lugares, em que dormíamos todos. Esta tenda, acompanhou-nos depois, em Agosto, para a Praia de Mira, juntamente com uma tenda branca que alguém tinha roubado à “Bufa”, num ano memorável, (lembram-se das francesas?), . Quando chegou um autocarro de madrugada, cheio delas. ? Ninguem dormiu naquela noite no Parque de Campismo.
Só que a noite já vai longa e vou deixar isso (e muito mais) para outro dia.
Um abração
Texto e Foto do Jorge Pombalinho
Já Pub. 4Jun08

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quarta-feira, 29 de julho de 2009

Despedida do Branquinho



No Blog do cavalinho Pedro Martins vale a pena ver a reportagem efectuada na Figueira da Foz.
Este blog tambem é de gente do Bairro para toda a gente.

Despedida de férias do Fernando Branquinho, de regresso à Suécia.
Ver em:

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sexta-feira, 5 de junho de 2009

Foi ha 1 ano no Blog - Pombalinho e as suas historias

Depois do Jorge Beja Madeira me ter falado no blog, estive a pôr a leitura em dia e não sei por onde começar. oh Alvaro transmite lá um abraço meu a toda a malta. Muitos deles já não vejo há mais de quarenta anos… Só saudades!
Aqui está a célebre Académica da
Primeira Taça Nacional de Principiantes (62/63).

Em cima:Dr. Duarte (Massas), o gémeo António Santos, Pestanita, Severino, Marques, Madeira, Pombalinho, Altenor ( Nônô ) e Emídio
Em baixo : Eugénio, Zé Luís, Tó Martins, Mário Lima, o gémeo Augusto Santos, Mesquita e o Nuno Campos

Levámos 5-1 do Sporting com o Damas à baliza e o Caló a defesa central. Tudo bons rapazes: O Dr. Duarte (Massas), o gémeo António Santos, o Pestanita, o Severino, o Marques, o Madeira, eu, o Altenor e o nosso malogrado amigo Emídio (uma jóia de rapaz que já partiu), em baixo o Eugénio, o Zé Luís, o Tó Martins, o Mário Lima, o gémeo Augusto Santos, o Mesquita e o Nuno. Tive a grata oportunidade de estar com muitos deles em Setembro passado num almoço de comemoração das equipas de 62/63 e 63/64, a que também pertenci e que chegou às meias finais, perdendo com o Leixões (numa agitada incursão da rapaziada pelo Porto que tem que se lhe diga, mas que fica para outra altura).
Nada mais injusto do que esta derrota com o Sporting. Os gajos eram todos uns profissionalões, muito maiores do que nós (já eram alimentados com rações como a miudagem de hoje). Quanto a nós, só tínhamos começado a treinar dois ou três meses antes e ainda mal sabíamos correr na relva ( tinhamos feito, so os jogos com o Nacional, União, Marialvas, Sanjoanense e Salgueiros) . Seria de toda a justiça que nos tivessem dado alguns de avanço…(como me fazia o Sr. Silva a jogar às damas). Ganhávamos de certeza. Aliás na parte final do jogo fizemos-lhes a vida negra. Estava o pessoal todo rebentado, a perder 4-0 e na iminência de levar mais alguns, quando no banco e em pulgas eu me levanto e digo para o Dr. Duarte: “Dr., deixe-me entrar que eu dou-lhe a táctica”. E o bom do Dr. Duarte, que já estava por tudo, perguntou-me com ar de gozo: “Qual táctica?”. “1 x 2 + os outros”, respondi-lhe eu (ou qualquer coisa parecida). “O Altenor ( Nônô) vira-se à sarrafada aos gajos cá atrás e manda a bola em profundidade para mim e para o Madeira que a gente farta-se de meter golos. Os outros ficam por ali a distrair o adversário.” E assim foi.
Entro, transmito as tácticas ao pessoal e, às tantas, o Altenor manda uma sarrafada num, cá atrás, e tira-lhe a bola enquanto eu e o Madeira, já combinados, começámos a correr que nem doidos. O Altenor manda um balão para a frente, para o lado do Madeira, que agarra na bola e passa pelos gajos do Sporting, atónitos, entrando pela baliza a dentro. Grande golo! A bancada, em delírio, ia vindo abaixo e o Branquinho, a coberto da confusão, aproveitou para roubar a taça, exposta no parapeito da Bancada Central do Municipal de Leiria.
Desta vez perdíamos o jogo mas ficávamos com a taça, o que seria inteiramente justo. Acabámos por não ficar, porque o Branquinho não se saiu inteiramente bem, não me lembro porquê, e a taça lá ficou para o Sporting, mas ganhámos moralmente e o Madeira ficou com a coroa de glória de ter marcado um golo ao Damas. Pouco depois a jogada ainda se viria a repetir, desta vez comigo, em louca correria, só que a bola bateu-me no calcanhar e ficou para trás. Senão era golo. Entretanto o jogo acabou e já não se pôde fazer mais nada.
E viva a Briosa!

Texto de Jorge Rocha ( Pombalinho)

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segunda-feira, 20 de abril de 2009

Os Antigos Ministerios do Mario

INISTÉRIO TITULAR
MINISTÉRIO TITULAR
2 Açores Lau
Porta Voz Abílio Soares
3 Actividades circenses Ri-Ri Melo
Maquinaria Agrícola Afonso Costa
4 Adjunta sem Pasta Lili
Colectividades de Recreio Alfredo Moreirinhas
5 Administração Interna Álvaro Apache
Administração Interna Álvaro Apache
6 Agricultura Victor Mula
Assuntos Sociais Ana Roque
7 Água e Recursos Hídricos Xani
Anonimato Anónimo
8 Anonimato Anónimo
Famílias Numerosas Bélinha Costa
9 Artes Visuais Celina Pinheiro de Almeida
Ensino Superior Bino Reis
10 Assembleia do Cavalo Luis Filipe Famelga Foguete
Cybernautas Bobbyzé
11 Assuntos Para Lamentar Lena Parreiral
Refugiados Branquinho
12 Caça e Pesca Candita
Caça e Pesca Candita
13 Caminhos de Ferro Quito
Segurança Social Celeste Maria
14 Carvão em férias Pinto Marques
Artes Visuais Celina Pinheiro de Almeida
15 Cobranças Raul Vieira Chocolate
Reforma Agrária Chaves
16 Colectividades de Recreio Alfredo Moreirinhas
Planeamento Familiar Daisy
17 Comércio Xico Nunes
Ex-colónias Dino Arnauth
18 Comércio Externo Rui Mesquita Branco
Outras Rádios DJ's
19 Comunicação Social João Pinheiro de Almeida
Reconciliação Eduardo Firmino
20 Construção e Cimento Victor Costa
Novas Instalações Elói
21 Controle do Governo Tó Melo e Silva
Marrocos Emílio Marroquino
22 Creches e Gémeos Isabel Parreiral
Enfermagem Família Abegão
23 Cultura Gim
Urbanização Fernando Beja
24 Cybernautas Bobbyzé
Farmácias Fernando Mirolho
25 Da Sedução e do Amor Nela Dias
Entretenimento Fernando Rafael
26 Defesa Manito
Inovação Fernando Rafael
27 Desigualdade Rui Piçarra
Cultura Gim
28 Desporto Nito
Higiene e Saneamento Básico Hélia Ágoas Bento
29 Diminuitivos Hermenegildo (Gil) Coelho
Diminuitivos Hermenegildo (Gil) Coelho
30 Doçaria Nico Pinheiro de Almeida
Creches e Gémeos Isabel Parreiral
31 Economia Lígia Ramos
Sem Pasta Jiji
32 Educação Jó-jó
Indústria João José Ferreira
33 Enfermagem Família Abegão
Comunicação Social João Pinheiro de Almeida
34 Ensino Superior Bino Reis
Educação Jó-jó
35 Entretenimento Fernando Rafael
Floricultura Jorge Lopes Rosa
36 Espionagem Mário António Fernandes
Transportes Jorge Luis Lopes da Costa
37 Estado Tó Ferrão
Relações Exteriores José Leitão
38 Eventos Sociais Zeca Fiscal
Pulso do Felício Jújú
39 Ex-colónias Dino Arnauth
Açores Lau
40 Exposições Vasco Berardo
Férias Lena Garcia Marques
41 Famílias Numerosas Bélinha Costa
Assuntos Para Lamentar Lena Parreiral
42 Farmácias Fernando Mirolho
Economia Lígia Ramos
43 Férias Lena Garcia Marques
Adjunta sem Pasta Lili
44 Floricultura Jorge Lopes Rosa
Presidência Ló Gaspar
45 França Mela Curado
Assembleia do Cavalo Luis Filipe Famelga Foguete
46 Gastronomia Pombalinho
Minorias Madeira
47 Higiene e Saneamento Básico Hélia Ágoas Bento
Defesa Manito
48 Indústria João José Ferreira
Polícias Maria da Conceição Matos
49 Inovação Fernando Rafael
Sudoeste Asiático Maria João Gomes
50 Justiça Rui Barreiros
Espionagem Mário António Fernandes
51 Juventude Tereza Bizarro
Madeira Mário Mourato
52 Madeira Mário Mourato
Propaganda Mário Pinheiro de Almeida
53 Maquinaria Agrícola Afonso Costa
França Mela Curado
54 Marrocos Emílio Marroquino
Piriquitos Mila Barreiros
55 Minorias Madeira
Televisão Né Castro e Silva
56 Mistérios Palaio
Vice-Presidente Nela Curado
57 Netos Titá
Da Sedução e do Amor Nela Dias
58 Novas Instalações Elói
Doçaria Nico Pinheiro de Almeida
59 Obras Públicas Vasco Ágoas
Vias e Cominicações Nini
60 Outras Rádios DJ's
Desporto Nito
61 Palpites Titá
Mistérios Palaio
62 Piriquitos Mila Barreiros
Todos os Dias Pedro de Sousa Dias
63 Planeamento Familiar Daisy
Carvão em férias Pinto Marques
64 Plano e Ordenamento Zé Bento
Gastronomia Pombalinho
65 Plenipotenciário Tonito Dias
Reformados Quim Reis
66 Polícias Maria da Conceição Matos
Caminhos de Ferro Quito
67 Porta Voz Abílio Soares
Cobranças Raul Vieira Chocolate
68 Presidência Ló Gaspar
Actividades circenses Ri-Ri Melo
69 Presidente Rui Felício
Justiça Rui Barreiros
70 Procurador Geral do Cavalo Rui dos Santos Bento
Procurador Geral do Cavalo Rui dos Santos Bento
71 Propaganda Mário Pinheiro de Almeida
Presidente Rui Felício
72 Pulso do Felício Jújú
Comércio Externo Rui Mesquita Branco
73 Reconciliação Eduardo Firmino
Saúde Rui Pato
74 Reforma Agrária Chaves
Desigualdade Rui Piçarra
75 Reformados Quim Reis
Juventude Tereza Bizarro
76 Refugiados Branquinho
RR/RFM Tereza Lage
77 Relações Exteriores José Leitão
Palpites Titá
78 RR/RFM Tereza Lage
Netos Titá
79 Saúde Rui Pato
Estado Tó Ferrão
80 Segurança Alimentar Celeste Maria
Controle do Governo Tó Melo e Silva
81 Segurança Social Ana Roque
Tecnologia Tomané Quaresma
82 Sem Pasta Jiji
Tesouro Toninho Ramos
83 Sudoeste Asiático Maria João Gomes
Plenipotenciário Tonito Dias
84 Tecnologia Tomané Quaresma
Obras Públicas Vasco Ágoas
85 Televisão Né Castro e Silva
Exposições Vasco Berardo
86 Tesouro Toninho Ramos
Construção e Cimento Victor Costa
87 Todos os Dias Pedro de Sousa Dias
Agricultura Victor Mula
88 Transportes Jorge Luis Lopes da Costa
Água e Recursos Hídricos Xani
89 Urbanização Fernando Beja
Comércio Xico Nunes
90 Vias e Comunicações Nini
Plano e Ordenamento Zé Bento
91 Vice-Presidente Nela Curado
Eventos Sociais Zeca Fiscal
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