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quarta-feira, 29 de outubro de 2008

A FIGURA DA SEMANA - E.S. Infanta D. Maria

no Ranking das Escolas Secundárias

"Apesar de ser um indicador de que os alunos aprenderam, os rankings das escolas e as notas dos exames pouco ou nada traduzem a forma como se chegou aos resultados. Teríamos de ter mais informação para saber se estão associados a processos de aprendizagem seguros".
A Escola Secundária Infanta D. Maria, em Coimbra, voltou a ser a melhor escola pública no ranking nacional.
As escolas privadas voltam a ocupar os primeiros lugares no ranking de escolas. De acordo com os dados ontem disponibilizados ao final da tarde pelo Ministério da Educação, a melhor escola pública é só a 17.ª no ranking.
Os alunos de Coimbra obtiveram uma média de 136,28 pontos, ficando-se pelo 17º lugar nas classificações médias por disciplinas (CFD), depois de no ano passado ter obtido a 3ª posição.
17º Ranking Nacional - Escola Secundária Infanta D. Maria - Coimbra
com 726 alunos avaliados e com uma media de 136,28 .
Este ano, são apenas três as escolas oficiais que estão no grupo das 25 primeiras listadas pela CE (classificações de exame). São elas a Escola Secundária Infanta D. Maria, em Coimbra (19.º lugar), o Instituto de Odivelas (21.º lugar) e a Escola Secundária do Restelo, em Lisboa (22.º lugar). Recorde-se que, nas listagens do ano passado, havia cinco escolas oficiais entre as 25 melhores classificadas.
Mas que em todos nós fica uma ponta de vaidade , lá isso fica.
O Infanta Dª Maria foi um dos locais onde muitas das nossas cavalinhas passaram bons anos das suas juventudes e onde hoje filhos e netos por lá andam como alunos e professores.
Tambem por isto julgo que estamos de parabens.
Cândido Ferreira

16 Comentários:

Blogger Cavalo Selvagem disse...

A Directora, no entanto, já veio esclarecer que possivelmente esta será a última vez que esta Escola obtém esta classificação.

Porque a grande parte dos professores mais experientes que constituem o actual corpo docente se encontra altamente desmotivada, estando a pedir a passagem antecipada à reforma.

Segundo explicou nas declarações que fez ao DN de hoje, uma boa parte do tempo desses docentes está absorvida com obrigações burocráticas impostas pela Ministra, em prejuizo da sua função principal que é ensinar.

Rui Felicio

3:48 da tarde  
Anonymous alvaro apache disse...

Oh Felicio, não me digas...eheheheh
Com a confusão que para aí vai não admira nada nem surpreende..

4:02 da tarde  
Anonymous alfredo moreirinhas disse...

Cândido,
Desculpa usar este post, mas tenho tentado telefonar-te, para o nº que tenho e nunca te encontro; nem o teu e.mail tenho. Gostava de te agradecer o livro que tiveste a gentileza de me enviar. O meu e.mail é: alfredo.vieira@netvisao.pt
se poderes manda-me um e.mail.
Obrigado,
Alfredo Moreirinhas

4:11 da tarde  
Blogger Manuel Cruz disse...

No início da década de 60 havia duas obrigações a que não nos furtávamos: "o santo sacrifício da saída da missa" e a "romaria das 13 em frente ao lyceu Infanta D Maria".
Lá mais para o final da década calhou a Álvaro dar-me boleia à saída das aulas e lá viémos no seu VW 1300 S verde. Um pião à frente do liceu pôs o carro de lado. Saí, por cima, que o carro estava de lado e mobilizei meia dúzia de mirones para o endireitar. Um empurrão e estava de noivo a andar. Já não se fazem carros destes...(se calhar nem condutores!)
Manuel Cruz
Leiria

6:07 da tarde  
Blogger Cavalo Selvagem disse...

E não é que é mesmo verdade. O Carocha era uma maquina infernal que fazia tudo o que a gente queria e o que não queria. Nesse dia curvou de mais e deu volta e meia para fazer uma curva de 90º para descer para as Piscinas. O Carocha ficou em cima das portas. Com toda a calma o meu companheiro de viagem saiu pela carlinga, saltou fora, eu como comandante fui o ultimo a sair. Verificou-se a ocorrencia e como militarque ja era tomei a devida decisão.Tombar o carro, meter as 4 rodas no alcatrão e dar à chave. Foi seguir viagem ate ao Bairro mesmo com amolgadegas nas latas.
O que vale é que as miudas não viram a acrobacia. Ficavamos mal na fotografia...eheheh.

O mais curioso é que não me lembrava quem tinha sido o meu companheiro da desdita e mesmo agora com nome e foto não consigo reconhecer...eheheheh.
Mas quem era este Manel? e onde vivia? Sinceramente não consigo lembrar. Temos de falar....ehehehe
Alvaro Apache

7:35 da tarde  
Blogger Romicas disse...

Pois é, e eu já falei hoje, com orgulho, do liceu onde andei, saidinha da Escola do Magistério Primário, logo ali ao lado. Realmente, ainda sou do tempo em que os rapazes do D. João III não podiam ultrapassar o largo em frente do liceu e nós, meninas, não podíamos permanecer na frente do edifício. Tantas memórias desse tempo e, como ainda é possível sentir essa pontinha de orgulho pela escola onde andámos até irmos para a Universidade de Coimbra...!!!
E como eu compreendo os professores que hoje lá leccionam, bem como as palavras da Directora!

8:06 da tarde  
Blogger Jó-Jó disse...

Ò Álvaro

O Manuel Cruz é o famoso Estaca, que morava na rua do Volta a Trás. Há umas semanas atrás mandou-me um email muito simpático e ficou de contar umas histórias do nosso Bairro. E ele sabe muitas.

Quanto à questão do post prefiro não falar. Não quero entornar o caldo, discorrendo sobre este sistema de ensino/aprendizagem (??).

Jó-Jó

9:16 da tarde  
Anonymous lena garcia disse...

verdade seja dita...não era mau de todo,começando pela Reitora, que cada vez que iamos sem bata e meias de vidro lá estavamos caídas,
e eu coitadinha de mim tão sossegadinha que era...era, de vez em quando lá tinha de ir prestar vassalagem à Dionisia,penso que era assim que chamava.

9:59 da tarde  
Anonymous alvaro apache disse...

Oh Jojo mas onde é que ele andava para eu lhe ter dado boleia ? No IIC no antigo Camões? talvez....ehehehe
Quando estava na tropa ia ás aulas a todos os lados. O estatuto de militar permitia-nos inscrever em tudo o que era sitio.
Para ele não se ter esquecido....é porque apanhou um grande susto...eheheh.
Sobre o post e o ensino não me pronuncio, pois como ha uns que não querem que aqui se fale em politica e em religião, eu tambem não quero falar sobre o ensino , o vinho tinto e as carnes vivas.....
O Tinto e as carnes vivas ainda as consigo comer de qualquer maneira.
Por isso vamos às enguias no dia 13 de Dezembro.
Abraço

9:59 da tarde  
Anonymous RI-RI disse...

Se o Jó-Jó não quer falar de "ensino" quem sou eu pró contrariar...
Quanto a Volkswagens muito haveria a dizer...Mas, não tenho tempo...

10:37 da tarde  
Anonymous júlia faustino disse...

Não resisto em,publicamente, confirmar o que já foi dito: as condições que o Ministério impõe levam, à degradação do que devia ser incentivado (com prejuizo nítido para os alunos).
Desculpem o desabafo

Júlia Faustino

11:00 da tarde  
Anonymous Olinda Rafael disse...

Pois também fui uma cavalinha muito feliz no Infanta apesar do cinzentismo das regras de então.

Conseguiamos tirar partido das mais pequeninas coisas e divertirmo-nos como adolescentes ingénuas...Aprendemos também a ter alguma irreverência ...necessária.
Não têm conta as vezes que fui chamada à reitora.

Olinda

12:49 da manhã  
Anonymous Cândido disse...

Porque vários amigos tem tido a mesma dificuldade do Alfredo, sou a enviar os meus contactos: 917 211 270 e 244 819 030.
O meu telemóvel não recebe mensagens escritas e talvez residam aí os problemas.

9:52 da manhã  
Anonymous Cândido disse...

Júlia:

Confesso que não é fácil trabalhar em Portugal e, a avaliar pela Saúde, faço ideia da desmotivação que vai pela Educação Pública.

No entanto, é uma honra para todos nós esta posição cimeira. Tenho a certeza que, para o ano, iremos continuar melhor que os outros.

Queremos "cavalinhos" ganhadores!
Gente de sucesso e sem desculpas!... Valeu?!...

10:00 da manhã  
Anonymous Júlia Faustino disse...

Cândido
Não querendo aqui alimentar "discussões",não deixo de te dar a minha opinião: pior que desmotivar é ESTRAGAR e impedir que se continue o trabalho que DEU PROVAS, continuadas ,do seu bom valor absoluto e relativo!
Um abraço
Júlia Faustino

12:44 da manhã  
Blogger Manuel Cruz disse...

Álvaro:
O Jó-Jó já me identificou. Além disso fui dos pioneiros do então Instituto Industrial, que na altura estava no antigo Colégio Camões.
Em Julho de 69 fui incorporado à força no COM de Mafra e só por milagre consegui fazer todas as cadeiras sem segunda chamada e sem deixar nenhuma para a segunda época. Bons tempos.
A partir daí só voltei ao bairo para visitar os meus pais e há 10 anos que não temho por lá qualquer contacto.

Manuel Cruz

7:28 da tarde  

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