Remexendo no Baú do Vasco Agoas
O Emblema de Prata dos Finalistas 1962/3 do D.João III
Ainda hoje o tenho na pasta como sendo o 1º sêlo da pasta.Na altura as Engenharias em Coimbra quedavam-se pelos preparatórios ate ao 3º ano. Depois halla..para o Porto ou para o I.S.Tecnico em Lisboa. Por isso havia que encher a pasta com as estampinhas....

Etiquetas: Finalistas, Vasco Agoas



6 Comentários:
Pois, esse passei-o no Pedro Nunes, e o baile de finalestas no ACM
Fui a este Baile de Finalistas que eu bailes não falhava...
Mas fui finalista nesse ano também, mas no D. João de Castro.
Lembras-te Abilio, lembras-te Chico, lembras-te Faria?
Por isso, o emblema de finalistas que usei não foi o do D. João III, claro.
Mas o que é que esta rapaziada andava a fazer pelos Colegios?
Deviam andar a passear os books. Só podia.
Os rapazes eram mais: S.Pedro,D.João de Castro, Pedro Nunes, S.Tomaz de Aquino e Camões. As meninas eram mais: Rainha Santa, S.Jose, Sta Cruz, Alexandre Herculano....
Mas havia mais colegios. Um perto do D.João III, por tras da casa do Chiquinho Martins, onde andou a minha amiga Lena Cadima e outro quando se ia do Mercado para a Se Velha.
Pelo Alvaro ter falado no Colégio Alexandre Herculano, recordo-me que ao lado do Colégio havia uma esquadra da policia. Nós iamos para junto do A.C.M. ver passar as meninas do Colégio e uma delas era muito vaidosa e entre a malta tinha a alcunha do "pastel" não sei por que razão. Um dia um de nós chamou-lhe "pastel" e ela chegou ao polícia que estava de sentinela e disse que a tinhamos ofendido.
Resultado: Veio um piquete e fomos todos presos...até que professor Teles Grilo - nosso professor de Matemática, no Colégio D.João de Castro, na Rua de Tomar, que era "gaseado" da Grande Guerra, e tinha uma popa amarela no cabelo como o Tim-Tim de tanto fumar - nos foi lá buscar e estendeu para mim o dedo acusador,eu, imagine-se, que nem tinha aberto a boca!!!
Saudades desses tempos...
O meu amigo VASCO,um rapaz todo bonitão,e igualmente bonito é o emblema.Foi boa ideia trazê-lo ao blog,pois é sempre com interesse que vejo estas memórias.
Foram aqui falados Colégios que frequentei.O Rainha Santa e antes desse o Alexandre Herculano.Neste,havia um afastamento quase total do sexo masculino,uma das excepções era para o falecido Lucas Pires,(colega do Vasco )por ser filho do nosso professor de Português e para o filho de outra professora.
Mas se falo nisto, é para contar que uma vez ia passar uma procissão e fomos todas para aquele muro que dá para a Rua que tem o nome do Colégio,os rapazes passavam e começavam com graças dizendo por exemplo:que estranho, haver aqui meninas!Como é possível que só agora saibamos isso?.A D.ª Aurora não gostou nada, e vai tudo para dentro.Passado certo tempo,e como já estava a entardecer,vamos todas outra vez para o muro,mas de velas acesas na mão,esperámos,até que umas pessoas,gritaram lá para cima,olhem que a procissão já passou...
Claro para nós foi uma rizota...
Era nesse muro que as internas,já nessa época, inventando uma linguagem gestual, quando podiam escapar até lá,falavam com os do S.Pedro.
Era assim naquele tempo.
Nela Dias
Não me lembres dias desgraçados... Aqueles muros altos davam-me calafrios.Eram a continuidade da prisão.
Como não estudava em casa, ficava nas horas de estudo até ao entardecer, como castigo.
Tanto chorei que acabaram por desistir.Para sorte minha o suplício durou pouco tempo.
Irra!... e ainda falam os homens do quartel...
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