sexta-feira, 8 de maio de 2009
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9 Comentários:
Que lindo está hoje o nosso cantinho....
A ensimar o nosso BLOG, este Post memorável.
Embora numa situação triste, a beleza terrífica, da foto mandada pela nossa Isabel.
O texto expressivo, de amor à terra natal, do Mário.
A sardinhada, engalanada de passeata pela praia e bailarico após o jantar.
Sinceramente... estou encantada e comovida.
Pela data eu ainda não tinha os 5 anos, quando vi muitos carros a subir à passagem de nivel para o Bairro.
Eu estava com os meus irmãos a ver passar a caravana para o Bairro.
Na altura ainda morava na Fonte do Bispo junto ao Campo do União e a vida fazia-a na Parreirinha e no Colegio Sagrado Coração de Jesus.
quem diria que nesse ano iria morar para a Rua Y.
Alvaro Apache
E por se falar em Sagrado Coração de Jesus...De onde estiveres, Sr. Franco, desculpa este erro.
Venha a cana da Índia!!!
encimar
encimar
encimar
Belo documento Rafael!!!
De texto em texto, de fotografia em fotografia, de documento em documento de antanho, cá vamos galopando como um cavalo á solta no dizer de Fernando Tordo...
Viva o Bairro, viva Coimbra e vivamos nós, os que fraternamente e apesar da distancia nos vamos contactando uns com os outros, pelo nosso Cavalinho Selvagem...
Fica aqui a minha homenagem ao João Donário, que me presenteou com mais este doc histórico, vindo das memórias que seu pai Senhor Joaquim Donário, lhe deixou como recordação e que ajudam a fazer a "história" do nosso Bairro!
Um abraço João Donário
O convite assinado pelo meu professor no colégio Pedro Nunes, o Brigadeiro Correia Cardoso, de quem guardo gratas recordações e relembro aquela figura de sobretudo e passo compassado...UM HOMEM!!!!
Mana
Não é a minha terra natal, mas pode ser a minha terra final...aqui nasceram os meus avós paternos e por aí adiante até nem sei quantas gerações...sei que uma das casa está na nossa (família) há 300 anos, hoje devidamnete recuperada pelo meus 10 primos Pereira dso Santos, até com uma bela de uma piscina; como dizia um deles, e eu agora lhe digo: o importante não é ter piscina; é ter amigos com piscina......por isso e por tudo o mais me identifico bastante com esta região, onde venho passar férias desde que me lembro, nos tempos do gasómetro qua advinha da combustão do carboneto de cálcio se não estou em erro e que fui reencontrar nas caves da raposeira em lamego, onde me disseram que era a melhor luz para detectar as impurezas do champanhe...e aquele cheirinho da reacção quimica que eu adorava e a chama a sair pelo bico curvo...das bolas de sardinha que a minha tia-avó fazia e da broa que cozia...amassava-a, fazia-lhe uma cruz e deixava-a a levedar, e ia acender o forno...e nós iamos cortar o milho e carregar o carro de bois, invariávelmente puxado pela amarela ou a castanha, o nome das vacas...também havia a cabana; e lá vinhamos nós no cimo da carrada, agarrados aos fueiros para não nos desiquilibrarmos nos solavancos, pois suspensão era coisa que não havia e o caminho era de pedra...e de vez em quando tinhas de dar com a aguilhda nas vacas, quando elas perdiam forças...para quem não saiba ou não se lembre, a aguilhada era um pau com um prego na ponta que servia de chip para pôr o gado a andar mais depressa...depois dos criados de lavoura porem a canga nos animais, passavam-nos a aguilhada para nós os conduzirmos...e era com estes criados que nós comiamos, longe doa Avós, Pais e Tios, na sala deles, com uma tijela de comida ao meio e um garfo de ferro para cada um e vai de roda a comer...tinha regras...e o vinho escorria pela garrafa, de boca em boca; vinho morangueiro ou americano, feito só para consumo interno, pois era proibida a sua venda...muita uva pisei no lagar do meu tio avô e muita aguardente fiz no alambique...diziam os criados que, se os meninos era para trabalhar, tb era para comer, beber e fumar barbas de milho...e andar descalço a regar o dito??? aquela sensação da lama entre os dedos dos pés...o meu Avô não apreciava muito a nossa intromissão naqueles trabalhos, mas os empregados respondiam-le: sr doutor, o trabalho dos meninos é pouco, mas que o despreza é louco...e o meu avô lá condescendia e ia embora com os polegares metidos nas cavas do colete...figuras que eu não consigo, nem quero apagar do meu imaginário infantil...e a nossa alegria quando os criados nos emprestavam as bicicletas para darmos uma voltinha naquelas pasteleiras...
Boa ideia, de iniciar hoje com esta recordação! E que menininha eu era nessa altura!!! Nem nos passava pela cabeça esta "modernice" de computadores e de falarmos sem nos vermos e sem nos cumprimentarmos com um aperto de mão, sim, porque o respeitinho era muito lindo… Um singelo Convite faz-nos recuar no tempo e meditar muito sobre o ”modus vivendi” de então e o que são agora as relações e os nossos objectivos. Que diferença abismal!!! Essa época encerrava muita teia de aranha e até alguma hipocrisia, mas também muita pureza, tudo tem as suas contrapartidas, é uma verdade. Um Abraço da Melga
Magnifico documento nos deu o Rafael a conhecer.Recordo perfeitamente o Sr.Donário,como pessoa que era parte fundamental naquela Casa que era o Centro da época.E,na simplicidade de tudo o que nos rodeava,creio que em todos nós ficaram gravados momentos muito felizes.
Nela Dias
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