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sexta-feira, 17 de julho de 2009

S. JOSÉ

Já que estamos numa de recordar tempos passados, que tal relembrar o Trolley Nº 5 - S. José - Quantos vezes não apanhámos o 5 em frente á Igreja, ou na paragem da Rua do Brasil ali bem perto da Munich. Esta foto é particularmente interessante porque mostra o 5 S.JOSÉ ali em frente ao S. Teotóneo, e mais ou menos nesse local, não me recordo exactamente o mês, mas penso que foi em Março de 1974, ali pertinho do 25 de Abril, nós na Brotero decidimos fazer uma greve aos SMC porque decidiram aumentar o preço do Bilhete de 10 para 12 tostões. Então um dia fomos todos a pé para a Baixa ao final das aulas Pelas 6.30 eu que até morava na RUA_C achei que devia ir também, e lá me misturei na confusão. Mais ou menos em frente ao S. Teotónio estava a PIDE e a GNR à espera e aquilo foi fugir e levar bordoada até dizer chega.
Histórias de outro tempo.

Se bem me lembro o 5 saía de S. José e parava na:
Rua do brasil perto da Munich,
junto ao aviz,
S. teotóneo,
inicio da descida da Av. Navarro,
Finanças (antigo Colmeia),
Portagem,
Ferreira Borges frente ao Nicola,
Santa Cruz,
Mercado D. Pedro V,
Sá da bandeira antes da AAC,
Gil Vicente,
logo a seguir ás Escadas monumentais,
Arcos do jardim,
Jardim Escola
Rua Combatentes ao Romano
E S.José novamente


Pedro Sarmento

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14 Comentários:

Blogger olinda Rafael disse...

Pois e ,em baixo,no cruzamento estava o sinaleiro...outra figura tipica de Coimbra!

E de S.José vinhamos a pé até cá cima e até dava saúde...agora não se abdica de andar de carro para todo o lado...Nem pelo Ambiente se faz esse esforço!

6:48 p.m.  
Blogger Romicas disse...

Eu também já sou do tempo do autocarro para a Quinta das Flores, mas, mesmo assim, muitas vezes apanhei o troley em S. José e quantas foram as corridas para o apanhar...
Uma bela recordação!
Romicas

9:34 p.m.  
Blogger RI-RI disse...

Os meus fins-de semana eram passados em casa da Madrinha Rosa,(Rosa Correia de Miranda) na Rua dos Combatentes. A sua filha Lili,que casou com o Sr. Azevedo, foram a minha família enquanto estive em Coimbra.
Portanto...Indo do Calhabé...subindo a Rua dos Combatentes, a seguir à Igreja, a primeira casa do lado direito(está lá, quase a caír)era o meu Mundo.
Tinha a Maria, velha criada(empregada doméstica), que satisfazia todas as vontadinhas do filho do Sr. Doutor.
Como a casa tinha 3 andares, por lá passaram centenas de estudantes.
Recordo a Vóninha e o Lipe que eram da Meia Via no Entroncamento.

11:00 p.m.  
Blogger RI-RI disse...

E um Américo que tocava muito bem guitarra e fazia quadras humorísticas...
Se bem me lembro...

11:04 p.m.  
Blogger RI-RI disse...

É a idade...
Desculpem...
Saudades...
De repente...
Sou melhor artista em estúdio do que em palco.
Que me desculpem os U2...

11:09 p.m.  
Blogger Pedro Sarmento disse...

Ri-Ri tás desculpado homem, e a Ginginha???

11:11 p.m.  
Blogger RI-RI disse...

Estava a ver que não!!!
Bolas!!!!
Sabes que era muito divertido?
Tinha o Trolley para cima e o Trolley para baixo...
A Rua dos Combatentes era um Mundo!
Melhor só a Estrada da Beira!!!
Tanto dava Figueira da Foz como Penacova, ou Lousã.
E também tinha lá família!!!
O problema era (é) o apeadeiro.
Pode ser...gin......

11:22 p.m.  
Blogger Pedro Sarmento disse...

Um licor de Singeverga ou um Bailay's pode ser??

11:34 p.m.  
Blogger RI-RI disse...

Portagem-Sofia-Republica-Arcos do Jardim-Combatentes-S.José-Estrada da Beira-Portagem.
A Fernão de Magalhães também tinha alguma coisa a ver com isto, mas...
E a Visconde da Luz...
Faça-se luz!
E, a Conchada! O eléctrico por ali acima !

11:39 p.m.  
Blogger RI-RI disse...

...visitar a irmã Lúcia...

11:51 p.m.  
Blogger Pedro Sarmento disse...

Eu era o 11 na Rua Vasco da Gama, na paragem em frente À casa dos meu amigo e saudoso Zé Neves, até aos arcos e depois o 7 para o Tovim para saltar em andamento perto da GNR para descer a rua até ao D. João III.
O motorista do 11 foi a mesma pessoa muitos anos. Engraçado que estou a ver a cara do senhor, mas não me lembro do nome.
venham daí essas memórias.

11:55 p.m.  
Anonymous Anónimo disse...

O Américo, que vive no Bairro, era trinca-bilhetes. Assumia-se como educador. Não da classe operária, mas da estudantada que ía no troley.E vai daí dava-nos com o alicate com que furava os bilhetes na cabeça. Quando tinhamos passe e o número da viagem ficava mal furado, nós conseguiamos com jeito e paciência arranjar forma do Américo "trincar" de novo um número que já estava furado. E quando era levado no engodo era a suprema glória. Assim nos "vingávamos" do Américo.Para além da viagem que era de borla.
QUITO

7:19 p.m.  
Blogger Manuela Dias disse...

Eu também sou do tempo do troley em S.José,mas antes dele vinha o eléctrico,com bilhetes a quatro tostões.
Recordo também quando o grupinho do Colégio Alexandre Herculano,descia em S.José e em amena conversa,completamente distraidas,parávamos no meio da rua,junto ao sinaleiro a continuar a falar de algum assunto que nos estava a interessar...ouviamos cada ralhete,que ele nos dava...
Também me lembro que certos funcionários, quando estávamos quase a chegar ao fim do passe de cem viagens,simpaticamente,não o picavam fazendo-o durar até ao final do mês.
Mais tarde,um dos condutores do autocaro do Bairro era o Sr.Carvalho que ia parando a deixar as pessoas à porta da casa e se via alguém a correr,simpaticamente,esperava .

Nela Dias

11:24 a.m.  
Blogger Manuela Dias disse...

Quito

Não me lembrei de dizer que o Américo de que falas mora ainda aqui na Rua de Moçambique.

Nela Dias

2:47 p.m.  

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