ALADOS
ALADOS
Passeamos lado a lado
Ancoramos o passado
Sentimo-nos tão ausentes
Tão alados tão presentes
Que nem o futuro ousou…
Fora-mos tão convincentes
Que todo o tempo parou
Já rompia a realidade
Quando ténues se abriam
E docemente sentiam
Outros olhos de saudade…
É com emoção que dedico este pequeno poema a todos quantos abraçam o “Cavalinho Selvagem”, neste seu 1º aniversário do encontro de gerações.
Henrique, 17 de Outubro de 2009
Passeamos lado a lado
Ancoramos o passado
Sentimo-nos tão ausentes
Tão alados tão presentes
Que nem o futuro ousou…
Fora-mos tão convincentes
Que todo o tempo parou
Já rompia a realidade
Quando ténues se abriam
E docemente sentiam
Outros olhos de saudade…
É com emoção que dedico este pequeno poema a todos quantos abraçam o “Cavalinho Selvagem”, neste seu 1º aniversário do encontro de gerações.
Henrique, 17 de Outubro de 2009
O nosso amigo Henrique Sousa, musicou este pequeno poema de sua autoria, para nos oferecer no Encontro de Penela. Durante uma semana, ensaiou-o para que tudo saísse bem no dia da festa. Infelizmente, por deficiência da aparelhagem sonora, não foi possível canta-lo para todos.Fê-lo no Domingo para um grupo restrito de "cavalinhos" num restaurante da cidade, no que foi um momento particularmente emotivo. Infelizmente não tenho foto do evento, pelo que me socorro de uma foto do almoço da Louçainha para presentear estes amigos que vieram lá de terras de Santo Tirso para estar com o grupo e nos oferecerem a sua música e boa disposição.
Naturalmente que sou suspeito, pois liga-me a esta família mais de 35 anos de amizade.Uma vida! Mas tenho a certeza que estes dois amigos têm a amizade de todos nós...
Obrigado Ana. Obrigado Henrique.
Quito
Castelo Branco, 20 de Outubro de 2009
Etiquetas: Ana Sousa, Henrique Sousa, Quito


12 Comentários:
Com direito a lágrimas, palmas e um "encore".
Uma saudação especial para eles!
Parabéns para o Quito e São,bem como para os seus brilhantes amigos.
Ouvi-los cantar foi um dos momentos maravilhosos de domingo,a somar a outros tantos,que tiveram a amabilidade de nos proporcionar uma tarde INESQUECÌVEL.
A todos obrigada
Rosa Maria Gândara
Ana e Henrique
Que dizer?
Já vos considero uns Amigões de peito.
Beijinho
Senti o vosso desânimo por não nos poderem proporcionar um terno "miminho".
No meu coração fica, contudo, o reconhecimento pelo Vosso afecto e pela Vossa espectacular capacidade de dádiva.
Nunca poderei esquecer o encantamento de uma voz que pensei celestial... num improviso rodeado por belíssima natureza.
Grata à simpática, alegre e graciosa "Cigarrita" e ao portentoso "Rouxinol".
Obrigado Ana, obrigado Henrique; vocês são simpatiquíssimos, cantam belissimamente , a Ana tem muito estilo e, são muito nossos amigos.
Bem haja.
Foi um almoço do outro MUNDO.
Terminou com música ao vivo, de alto gabarito no Restaurante.
QUITO, conta o que foi depois no Samanbaia,com a moça que trabalha no DONA ELVIRA.
Foi de arrasar com os sentimentos.
Ela chorou.
A verdadeira AMIZADE tem destas coisas.
Um abraço.
Tonito.
Então e eu não "boto faladura"?
Quito os teus amigos de longa data, e agora tens de partilhar essa vossa amizade com todos nós, são das coisa boas que me vão acontecendo ao longo destes últimos tempos!
Amigos,cantam e encantam...e não só...o show no D. Elvira - ai Ana, Ana..a da vela foi espectáculo!
Sabes ando a treinar os "terjeitos" bocal/labiais, para ver se pelo menos consigo apagar a vela...
Ouço por vezes comentar,que nada acontece por acaso.
O poema,a musicalidade e a interpretação desta balada,nunca poderiam tocar-nos,da forma tão emotiva como a vivenciámos,em ambiente de grande espaço.
Assim,em espaço intimista,foi uma pérola que brilhou e marcou os nossos corações.
Bem-hajam, pela vossa sensibilidade e amizade!
Como o Tonito já disse o Domingo foi também um dia de emoções. O que se passou no "D.Elvira" só visto!
À tarde, juntou-se um grupo de amigos no Samambaia. Eu, a São, o Abilio, a Zeca, a Graça Gaspar, o Zé Tó Gaspar, o Felício, o Tonito, a Ana e o Henrique. O Henrique foi tocando e cantando. O Felício, com aquele seu humor imperdível fez-nos rir até às lágrimas. A Graça também estava em boa forma e contou umas anedotas hilariantes.Uma moça muito nova que trabalha no D.Elvira sentou-se junto de nós. Vinha gozar algum tempo de folga pois voltava ao serviço às 19 horas.
Seria normal que fosse conviver com gente mais nova, mas não arredou pé dali e emocionou-se. Chorou talvez pela forma como a estavamos a acolher e as palavras que lhe dirigimos. Algumas horas antes tinha-nos servido à mesa no D. Elvira. Porque chorou? Quantos dramas andam escondidos? Sentiu talvez que lhe demos a mão.
Será talvez por isso que a Ana e o Henrique nos acham um grupo "muito especial"...
Olha,que eu estive lá e confirmo...
Há momentos inesquecíveis não só pelas pessoas em causa, mas pela imprevisibilidade do que acontece
com tanta espontaneadade...E este
fim de tarde valeu mesmo!
A Celeste também lá esteve...
Olinda
A provecta idade tem destas coisas.
Em nome da verdade dizer que estas nossas duas amigas também lá estavam: Celeste e Olinda...e não sei se mais alguém
As minhas desculpas...
Quito,nem precisas nomear,eu e a Olinda estamos em todas!
Enviar um comentário
Subscrever Enviar comentários [Atom]
<< Página inicial