REPUBLICA...NDO

Sobre a fotografia só conheço a versão que me contaram e não tenho provas de que seja verdadeira.
Então,é assim:
Nos anos 30,Bissaya Barreto pretendia expandir os terrenos do "Ninho".
Terá apresentado um projecto,com piscinas e parques infantis,abrangendo os terrenos até à Sá da Bandeira e Praça da República.
Esta fotografia,recorrendo à técnica laboratorial da época,pretendia apresentar uma ideia mais realista do projecto.
Como lhe disse,desconheço se esta versão é verdadeira.
Lembro-me bem do "Ninho":aos domingos,era frequente a minha família ir lá à missa.
Mais tarde,também me lembro,começaram as obras que fizeram nascer o Teatro Gil Vicente e a Sede da nossa Académica.
Só lá entrei quando já pertencia ao CITAC e à Secção de Badminton.
Só sei isto.
Um abraço.
Foto enviada por SÉRGIO
RUI LUCAS
5 Comentários:
Após ter falado com mimha mãe, chegámos á conclusão que podia ser admíssivel, já que todos aqueles terrenos eram pretensa da Fundação Bissaia Barreto.
Trabalhou com ele e apesar de homem do antigo regime era imensamente respeitado pela seu respeitável trato, pela sua obra já encetada e pela sua visão futurista.
Entro para uma pequena contribuição:
A fotografia é verdadeira, o ninho era mesmo ali e tal e qual como se vê na foto. Os terrenos não eram da Fundação Bissya Barreto, que nem sequer existia... eram da "Junta Distrital" que era presidida pelo Bissaya Barreto. O Ninho foi depois transferido juntamente com o Instituto Maternal para a Quinta da Rainha ( em frente ao Campo de Santa Cruz), por permuta com a Universidade que, nestes terrenos construiu a Associação Académica. O Ninho dos Pequenitos e o Instituto Maternal, constituem hoje parte do Centro Hospitalar de Coimbra.
Obrigado Rui Pato,pelo contributo.
Hoje,também um amigo que viveu na Sá da Bandeira,me garantiu que a fotografia é verdadeira e que,ele próprio,se lembra daquelas piscinas.
Embora seja mais velho,devo dizer que não me lembro de tal...
Tenho memória do Ninho e dos jardins que percorríamos para ir à missa.
Tenho memória das obras para a construção do Gil Vicente e,até,da sua inauguração com as Delfiadas(não fui lá,mas tenho amigos do TEUC que participaram).
Aliás,também me lembro de Rui Pato,uns anos mais tarde,a fazer a música para uma das peças do CITAC(suponho que já no tempo de Carlos Avilez).
Grato pelo contributo.
Peço desculpa pela "gafe".
De facto a Fundação é bem posterior.
Fiquei sugestionada pela conversa da "mama" que me falou de Bissaia Barreto não aludindo à Junta Distrital de que eu nunca ouvira falar.
Por tal... a necessidade de mais comentaristas.
São fundamentais para colmatar as nossas falhas.
Grata pela tua retificação, Rui.
Aprender até morrer!
Instituto Maternal onde eu nasci em 1951.
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