quinta-feira, 23 de setembro de 2010
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3 Comentários:
TU, como ELE...gestos contidos, mas coração de ouro!
Amigos de muitos anos e muitas lutas estiveram presentes na despedida transmitindo o espirito de outros que por impossibilidades não puderam, estar presentes.
Adestrado para lutar pela vida, sempre convivi mal com o espectro da morte: é como se um pouco de mim me deixasse também, quando vejo partir qualquer ser humano, mesmo o doente mais fugaz.
Perder o Pombalinho, não é só perder um amigo, é ver partir alguém de quem andei afastado quarenta anos, mas que representa muito do que sou hoje e considero um dos meus maiores amigos de sempre.
O Pombalinho sempre foi uma força da natureza, dotado dum enorme apego à vida. Depois de ter saído da “sala de chuto” - que foi assim que designou os “cuidados intensivos” a que esteve sujeito – recordo a coragem e a lucidez com que me pediu para ser reintervencionado, numa derradeira iniciativa, desesperada, de adiar por um ou dois anos o fim que se desenhava.
A prática duma medicina moderna, que se baseia em estatísticas e não em pessoas, frustrou essa sua tentativa, que nem era assim tão aérea.
O Pombalinho morreu e, há poucos dias, dirigiu-me um derradeiro abraço. Tenho a certeza que na hora da morte, não quis cruzar um longo e escuro corredor, sem saber que podia contar com o braço, ainda forte, dos amigos de sempre.
Até sempre, companheiro!
Cândido Ferreira
PS: À família um forte abraço e as minhas desculpas por não poder estar presente, ao vosso lado, no funeral, pelas razões que já lhes invoquei.
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