Almoço Apache - Despedida do Branquinho
O Pedro Martins e o Palaio não aparecem nas fotos porque eram os fotografos oficiais.
No entanto apareceu o grande crack Augusto Rocha que de ferias na Figueira não deixou de se associar aos Apaches neste convivio que acabou lá para as duas da manhã.
Etiquetas: Almoço Figueira, Branquinho


8 Comentários:
NELA CURADO - COIMBRA
O tempo passou correndo.
Momentos inesquecíveis.
Gentis, educados, divertidos, ricos de experiência e alma.
Gente maravilhosa.
Enriqueceram minha vida.
Grata a todos.
NELA CURADO
Pois eu sabia...eu sabia.
Tive pena de não ter estado presente, pois estar ao pe dos primos Bejas do Trio Kim-Leitão-e Chaves. Doo Pombalinho-Palaio e do Rosa nem se fala. Apareceu o Guine. Aos anos que o não vejo. Depois o Branquinho, que agora é que ele está mesmo branquinho, assim como o Pedro meu amigo da Quinta da Cheira. Depois a Nela ea Madeira's wife. So podia .
Devia ter sido interessante ter posto o Rochita chines a falar sobre a Academica do antigamente.
Alvaro Apache
Grande almoço. Dos três ou quatro inicialmente previstos acabaram por aparecer uma dúzia. Além do Augusto Rocha que esteve connosco mais de uma hora a recordar a Académica do antigamente, com o Madeira a comentar os jogos, resultados e até os treinos daquela época. Memória prodigiosa. Estiveram com o Branquinho, na despedida, o Fernando Beja, o Jorge Madeira, eu próprio, o Palaio, o Kim Reis, o Pedro Martins, o Chaves, o Leitão, A Nela Curado (que vemos muito entretida a ler a crónica da viagem de barco do Palaio para Moçambique, em Novembro de 1968, carta que ele me enviou na altura e que só dá mesmo para ler em privado…), o Guiné, que já não víamos à mais de quarenta anos e que fez questão de aparecer, bem como o Jorge Rosa. Bela equipa, grande confraternização. Infelizmente tive que arrancar às nove horas, mas sei que a coisa durou até às duas e tal da manhã com a rapaziada toda bem bebida a cantar na esplanada do espanhol, liderados pela Maria Amélia, Senhora do Madeira que, entretanto, também apareceu. Ele foram tiro-liros, pimbalhada e até fados. Parece que só visto.Até o recatado Fernado Beja deu nas vistas a cantar a plenos pulmões. Coisas de afectos e do trotil...
Entretanto, o Fernando Branquinho lá vai voltar para o frio, feliz e contente da vida. Ainda argumentou que tinha perdido o bilhete do avião mas, agora, com os bilhetes electrónicos não se safou. A filha mandou-lhe logo outro pela net.
Até sempre.
Estava a estranhar ninguém fazer a acta...
Mais uma rota e o Pombalinho sempre a abrir!
A Nela está muito recatada...
E já fala brasileiro!
Ri-Ri Brasileiro?? Mas havia uma tribo "Os brasileiros" no BMC???
Não inventes, manganão!
Jornada inesquecível!
Momentos marcados pelo arrebatamento, por fortes emoções, com os relatos das cenas do nosso tempo de jovens.
Rumámos ao passado e sentimo-nos, de novo, uns rapazolas.
Obrigado a todos, meus amigos.
Pedro Martins
Boa reportagem que marca uma boa jornada de amizade.
Pelos vistos foi mesmo de "arromba"!
Gostei também de ver por ali o Augusto Rocha!
Um abraço para todos e em especial para o Branquinho!
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