sexta-feira, 29 de junho de 2012
DOIS PESOS, DUAS MEDIDAS
O primeiro ano do Governo foi passado com a austeridade como programa e o aumento de impostos como receita. O resultado está à vista: a economia está em coma, o desemprego explodiu, e apesar de todos os aumentos a receita fiscal diminuiu porque o consumo afundou e a evasão fiscal regressou em força. O fisco bate sempre à porta dos mesmos quando se trata de ir buscar mais cobrança – nos salários de quem trabalha por conta de outrem, nos impostos que incidem sobre as casas onde as pessoas vivem, em múltiplas taxas que proliferam cada vez mais.
Já se sabe que Portugal é um país sem justiça onde os tribunais servem apenas de cenário para dar a ideia de que este rectângulo à beira mar plantado não é o far-west . Mas na realidade em Portugal deixou de haver ideia de justiça, deixou de haver referências – e o Estado é quem mais culpas tem nisso.
Peguemos no caso das dívidas ao Fisco – a máquina fiscal é muito rápida a penhorar casas onde vivem famílias e, agora, até automóveis, mas é completamente ineficaz nos grandes processos fiscais, nas grandes fugas aos impostos. Mais o Estado, nos casos onde perdeu milhões de euros do dinheiro dos contribuintes, como no BPN, é absolutamente incapaz de dar um exemplo, de mostrar que a Lei se aplica de forma igual para todos.
A forma como o fisco actua em situações de famílias modestas que se vêem penhoradas está a transformar-se num escândalo, quando comparado com outros casos, em que o outro lado tem dinheiro e tempo para se defender, protestar, reclamar.
O sistema criou o pior que pode existir – um sentimento de desigualdade e de injustiça de um lado, e de impunidade e corrupção do outro. É impossível que isto dê bom resultado.
(Publicado na edição do diário Metro de 26 de Junho)
terça-feira, 26 de junho de 2012
SETEMBRO VERMELHO de Candido Ferreira
De JLeitão
Etiquetas: Candido Ferreira, Setembro Vermelho
segunda-feira, 25 de junho de 2012
domingo, 24 de junho de 2012
"RAINHA DO POP"

O alinhamento do concerto de Madonna é idêntico aos restantes da atual digressão da cantora norte-americana.
Ao todo, a cantora norte-americana comporta 20 temas, desde os mais conhecidos aos mais recentes incluídos no novo álbum da chamada “rainha da pop”.

"LIVRO DAS HORAS"

Aqui. diante de mim,
Eu, pecador, me confesso
De ser assim como sou.
Me confesso o bom e o mau
Que vão à leme da nau
Nesta deriva em que vou.
Me confesso
Possesso
Das virtudes teologais,
Que são três,
E dos pecados mortais,
Que são sete,
Quando a terra não repete
Que são mais.
Me confesso
O dono das minhas horas,
O das facadas cegas e raivosas
E o das ternuras lúcidas e mansas,
E de ser de qualquer modo
Andanças
Do mesmo todo.
Me confesso de ser charco
E luar de charco à mistura,
De ser a corda do arco
Que atira setas acima
E abaixo da minha altura.
Me confesso de ser tudo
Que possa nascer em mim.
De ter raízes no chão
Desta minha condição.
Me confesso de Abel e de Caim.
Me confesso de ser Homem
De ser um anjo caído
Do tal céu que Deus governa;
De ser um monstro saído
Do buraco mais fundo da caverna.
Me confesso de ser eu.
Eu, tal e qual como vim
Para dizer que sou eu
Aqui, diante de mim!
PINTADO POR CARAVAGGIO

JOÃO BATISTA (Judeia, 2 a.C. — 27 d.C.) foi um pregador judeu do início do século I, citado pelo historiador Flávio Josefo e os autores dos quatro Evangelhos da Bíblia.
Segundo a narração do Evangelho de São Lucas, João Batista era filho do sacerdote Zacarias e Isabel (ou Elizabete), prima de Maria, mãe de Jesus.
Foi profeta e é considerado, principalmente pelos cristãos ortodoxos, como o "precursor"[1] do prometido Messias, Jesus Cristo. Baptizou muitos judeus, incluindo Jesus, no rio Jordão, e introduziu o baptismo de gentios nos rituais de conversão judaicos, que mais tarde foram adoptados pelo cristianismo.
Suas pregações provocaram sua prisão e posteriormente seu morte.
Dia 24 de junho, celebramos a Natividade de São João Batista.
METRO
NO MESMO CAMINHO DA GRÉCIA

Mais uma greve sem justificação!
Estes são os salários dos funcionários do metro:
Secretaria de Administração 3.753,59 €
Mestre Serralheiro 2.969,30
Maquinista de manobras 2.785,17
Maquinista 2.587,25
Fiscal 2.020,66
Motorista 1.939,09
Enfermeiro 1.892,65
Agente trafego 1.642,41
Desenhador 1.547,09
Auxiliar 1.476,86
Os maquinistas ainda recebem um subsidio que varia entre 317 e 475,50 euros para abrir e fechar as portas.
Os maquinistas fazem 3 horas por dia de condução.
Os funcionários do metro, à semelhança com o que acontece com os funcionários da Carris e da Transtejo, quando se reformam têm a pensão que é igual à do último salário recebido no activo;
Quando estão de baixa têm direito a médico ao domicilio e recebem 100% do salário;
Os Maquinistas têm direito a um subsídio por cada quilómetro percorrido , mais 68 euros se não faltar mais de 5 horas; e se não faltarem no mês todo mais um prémio de 223 euros;
Os empregados e reformados viajam gratuitamente assim como os cônjuges, os pais, filhos, enteados e irmãos que os trabalhadores tenham …
Como resultado desta mamadeira toda só no ano passado o prejuízo foi de 390 milhões de euros...
NÃO É CHEGADA À ALTURA DE 'ARRANCAR' COM A REQUISIÇÃO CIVIL ?
DO QUE É QUE O GOVERNO ESTÁ À ESPERA PARA ACABAR COM O PODER DESTA ARISTOCRACIA 'OPERÁRIA' QUE FAZ GREVES POR OBEDIÊNCIA PARTIDÁRIA E À CUSTA DO POVO DESEMPREGADO?
sábado, 23 de junho de 2012
VAMOS RIR!

A língua portuguesa é difícil... até para fazer amor!...
AMÁ-LA OU AMAR-TE?
O marido, ao chegar a casa no final da noite, diz à mulher, que já estava deitada:
- Querida eu quero amá-la!
A mulher, que estava a dormir, com a voz ensonada, responde:
- A mala? Ah, não sei onde está, mas usa outra.
- Não é isso querida. Hoje eu vou amar-te
- Por mim, podes ir a Marte, a Júpiter, a Saturno ou até outro lugar...desde que me deixes dormir!.....
FIM
PORTUGAL
Projectado pelo arquitecto James Knowles e construído em 1858, por ordem de Sir Francis Cook, visconde de Monserrate foi construído sobre as ruínas da mansão neo-gótica edificada pelo comerciante inglês Gerard de Visme, que possuiu a concessão da importação do pau-brasil em Portugal e foi o responsável pelo primeiro palácio de Monserrate.
É um exemplar sugestivo do Romantismo português.
fotos
NelaCurado
sexta-feira, 22 de junho de 2012
ACADEMICA - Vencedores da Taça de Portugal 2012

Ricardo Nunes-David Simão-Pedro Emanuel ( Trein. )- Flavio Ferreira-Rui Miguel Reis
Adrien Silva-Marinho-Diogo Valente-Danilo Santos- Cedic Soares
Etiquetas: Academica, Fotos Desporto
quinta-feira, 21 de junho de 2012
BRIOSA NUM JANTAR-TERTÚLIA EM LISBOA

A Casa da Académica de Lisboa homenageou esta quarta-feira a conquista da
Taça de Portugal, levantada a 20 de maio, através de um jantar-tertúlia realizado no Casino Estoril. O feito assinalado no Jamor frente ao Sporting motivou a exibição das duas taças do clube (a de 1939 também esteve presente), na presença de algumas ex-glórias do clube que se juntaram aos heróis de 2012.
Joaquim Couto, presidente da Casa da Académica na capital, lembrou a Record o “feito empolgante” deste ano e precisamente um mês depois do Jamor revelou que, “na altura, chegaram felicitações de alguns cantos do mundo, como o Canadá, Estados Unidos, França, Alemanha e Bélgica”. O momento alto da noite foi então a exibição das duas Taças de Portugal, apadrinhada por João Santana, co-autor do livro “Académica – A História do Futebol”. Este realçou os heróis do Jamor, mas também todos os utilizados na caminhada rumo à final da Taça, recordados através de um filme exibido.
Entre os jogadores do plantel de Pedro Emanuel – que não esteve presente – não faltaram à chamada os capitães Orlando e Ricardo, o marcador do golo do Jamor, Marinho, e ainda João Dias e David Simão. Os ex-futebolistas da Académica, Zé António e Dimas, também estiveram presentes, tal como o presidente José Eduardo Simões, acompanhados dos vice-presidentes Luís Godinho, Manuel Arnaut e Reis Torgal.
"RECORD"
Autor:TIAGO ALMEIDA
Fotos: FERNANDO FERREIRA
terça-feira, 19 de junho de 2012
segunda-feira, 18 de junho de 2012
PRECIOSO!!!!

JOSÉ CARRERAS levantou o Pavilhão Atlântico na noite de 16 de Junho, cantando com a entrega que lhe é habitual.
O concerto comemorava os 75 anos de actividade da Rádio Renascença e teve sem dúvida momentos de grande solenidade e de excepcional qualidade.
O tenor catalão começou o concerto com árias razoavelmete conhecidas mas sentimos talvez uma certa insegurança, melhor dizendo timidez como aguardando a reacção do público à sua voz.
Esta sensação que nos deu Carreras desapareceu completamente quando atacou “Passione” de Nicola Valente no início da segunda parte.
E nessa segunda parte não podemos deixar de salientar “Pomba Branca” que cantou com Carminho, e que nos fez lembrar o saudoso Max.
Extraordinário o dueto da opereta “Africana”de Manuel Caballero que interpretou com a soprano Ailyn Pérez de forma soberba. Um aplauso para ambos.
Jose Carreras é dono de uma voz de timbre suave, doce sem grandes excessos de agudos mas de um segurança admiravel de ouvir. Por outro lado em determinadas passagens tem uma voz chorada de uma sensibilidade extrema que apetece não deixar de ouvir.
A orquestra Sifonietta teve um direcção excelente de David Giménez e interpretou de forma brilhante o interludio de “la Boda de Luis Alonso”, de Jeronimo Giménez, que fez levantar todo o auditório quando soou o último acorde.
Foi um concerto que dignificou o aniversário de uma rádio que ao longo dos anos, 75 já são eles, tem trabalhado em prol do público que a ouve e escolhe diariamente.
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